domingo, 27 de julho de 2014

Israel reage a nota indigna do governo Dilma e diz que ela explica por que o Brasil é politicamente irrelevante. E está certo! Judeus brasileiros protestam contra Itamaraty

Israel reage a nota indigna do governo Dilma e diz que ela explica por que o Brasil é politicamente irrelevante. E está certo! Judeus brasileiros protestam contra Itamaraty

Nestes últimos 12 anos, o Brasil se acostumou à diplomacia de chanchada, à diplomacia circense, à diplomacia momesca. Um presidente brasileiro percorreu, por exemplo, ditaduras árabes e se abraçou a facínoras. Emprestou integral apoio a tiranos, enquanto o povo morria nas ruas. Flertou com aiatolás atômicos, negou-se a condenar homicidas em massa na ONU, apoiou e apoia protoditaduras latino-americanas. De A a Z, a política externa brasileira percorreu todos os verbetes da indignidade.
O auge da estupidez estava reservado para uma nota emitida nesta quarta. O Itamaraty publicou um verdadeiro repto contra Israel, hoje em guerra com o Hamas, e convocou o embaixador brasileiro em Tel Aviv. Para vergonha da história, o Ministério das Relações Exteriores emitiu a seguinte nota:O Governo brasileiro considera inaceitável a escalada da violência entre Israel e Palestina. Condenamos energicamente o uso desproporcional da força por Israel na Faixa de Gaza, do qual resultou elevado número de vítimas civis, incluindo mulheres e crianças.
O Governo brasileiro reitera seu chamado a um imediato cessar-fogo entre as partes.
Diante da gravidade da situação, o Governo brasileiro votou favoravelmente a resolução do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas sobre o tema, adotada no dia de hoje.
Além disso, o Embaixador do Brasil em Tel Aviv foi chamado a Brasília para consultas.
Como já destaquei aqui, chamar de volta um embaixador é um ato hostil ao outro país. Observem que o governo do Brasil não censura, nessa nota, os ataques feitos pelo Hamas, tratando Israel como mero estado agressor.
Os israelenses reagiram com dureza e fizeram muito bem. Um país que luta contra inimigos poderosos não tem tempo para palhaçadas. Disse a chancelaria de Israel: “O comportamento do Brasil ilustra por que esse gigante econômico permanece politicamente irrelevante”. Segundo aquele governo, o nosso país escolheu “ser parte do problema em vez de integrar a solução”.
É uma reação à altura da indignidade da nota emitida pelo Brasil. Agora, Luiz Alberto Figueiredo, ministro das Relações Exteriores, tenta minimizar o mal-estar, afirmando que a discordância entre países amigos é rotina. Mas emenda: “O gesto que tinha que ser feito foi feito. O Brasil entende o direito de Israel de se defender, mas não está contente com a morte de mulheres e crianças”.
Não me diga! E quem está contente com a morte de mulheres e crianças? Se o Brasil entende o direito de Israel de se defender, deveria ter deixado isso claro na nota. Em vez disso, preferiu transformar o conflito numa luta entre o bem e o mal.
Judeus no Brasil também se manifestaram contra a estupidez. A Confederação Israelita do Brasil emitiu uma nota, que segue:
A Confederação Israelita do Brasil vem a público manifestar sua indignação com a nota divulgada nesta quarta-feira pelo nosso Ministério das Relações Exteriores, na qual se evidencia a abordagem unilateral do conflito na Faixa de Gaza, ao criticar Israel e ignorar as ações do grupo terrorista Hamas.
Representante da comunidade judaica brasileira, a Conib compartilha da preocupação do povo brasileiro e expressa profunda dor pelas mortes nos dois lados do conflito. Assim como o Itamaraty, esperamos um cessar-fogo imediato.
No entanto, a lamentável nota divulgada pela chancelaria exime o grupo terrorista Hamas de responsabilidade no cenário atual. Não há uma palavra sequer sobre os milhares de foguetes lançados contra solo israelense ou as seguidas negativas do Hamas em aceitar um cessar-fogo.
Ignorar a responsabilidade do Hamas pode ser entendido como um endosso à política de escudos humanos, claramente implementada pelo grupo terrorista e que constitui num flagrante crime de guerra, previsto em leis internacionais.
Fatos inquestionáveis demonstram os inúmeros crimes cometidos pelo Hamas, como utilização de escolas da ONU para armazenar foguetes, colocação de base de lançamentos de foguetes em áreas densamente povoadas e ao lado de hospitais e mesquitas.
Também exortamos o governo brasileiro a pressionar o Hamas para que se desarme e permita a normalização do cenário político palestino. Lamentamos ainda o silêncio do Itamaraty em relação à política do Hamas de construir túneis clandestinos, em vez de canalizar recursos para investir em educação, saúde e bem-estar da população na Faixa de Gaza.
A Conib também lamenta que, com uma abordagem que poupa de críticas um grupo que oprime a população de Gaza e persegue diversas minorias, o Brasil mine sua legítima aspiração de se credenciar como mediador no complexo conflito do Oriente Médio.
Uma nota como a divulgada nesta quarta-feira só faz aumentar a desconfiança com que importantes setores da sociedade israelense, de diversos campos políticos e ideológicos, enxergam a política externa brasileira.
Por falar em judeus brasileiros, a Federação Israelita do Estado de São Paulo (Fisesp) e a Juventude Judaica Organizada (JJO)  promovem nesta quinta-feira, 24 de julho, às 19h30, na Praça Cinquentenário de Israel,  em Higienópolis, uma manifestação em favor da paz e pelo direito de Israel de se defender.
Meus caros, política externa é coisa séria. Não pode estar entregue a prosélitos de quinta categoria; não pode ser fruto da ação de camarilhas ideológicas. Qualquer pessoa de bom senso defende o imediato cessar-fogo. Mas este tem de nascer de um entendimento entre as partes em conflito. A cada foguete, entre os milhares, que o Hamas lança contra Israel, numa prática cotidiana, o movimento terrorista investe na guerra, não na paz. E isso a delinquência da política externa brasileira não reconhece.
Por Reinaldo Azevedo

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/israel-reage-a-nota-indigna-do-governo-dilma-e-diz-que-ela-explica-por-que-o-brasil-e-politicamente-irrelevante-e-esta-certo-judeus-brasileiros-protestam-contra-itamaraty/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+ReinaldoAzevedo+%28Reinaldo+Azevedo%29&utm_content=FaceBook

quinta-feira, 24 de julho de 2014

(Vídeo) - Islamismo é uma religião violenta por natureza. O objetivo da fé muçulmana no mundo: que os judeus se ajoelhem diante de nós, nós precisamos apagar Israel do mapa!


Um religioso muçulmano diz qual é o objetivo da fé muçulmana no mundo em discurso inflamado sobre o cessar fogo proposto para Israel e Hamas: nós não concordamos com o cessar fogo até que os judeus se ajoelhem diante de nós, nós precisamos apagar Israel do mapa!
Quem ainda afirma que o Islã é uma religião de paz, e que apenas uma minoria de muçulmanos é radical e responsável por atos terroristas, se engana: esta é uma religião de violência contra os judeus, cristãos e quaisquer outras subjetividades religiosas. Um grande perigo para o Brasil a presença desses muçulmanos...


(Vídeo) - Por que o PT, socialistas, comunistas, marxistas e esquerdopatas odeiam Israel?

Publicado em 23/07/2014

Professor desmascara a hipocrisia dos movimentos de esquerda e explica por que eles protestam contra Israel enquanto se omitem em relação ao massacre de cristãos no Oriente Médio.




quinta-feira, 17 de julho de 2014

Terroristas Socialistas, Comunistas e Petistas do Hamas disparam morteiros e rompem trégua com Israel

Terroristas do Hamas disparam morteiros e rompem trégua com Israel

Saldo da operação em Gaza é de 220 palestinos e um israelense mortos
Saldo da operação em Gaza é de 220 palestinos e um israelense mortos
Militantes palestinos dispararam pelo menos três morteiros da Faixa de Gaza em direção a Israel, interrompendo um cessar-fogo humanitário de cinco horas, informaram forças de segurança israelenses.
Israel e o grupo palestino Hamas haviam concordado em interromper os combates temporariamente nesta quinta-feira (17) para permitir que moradores da Faixa de Gaza buscassem suprimentos.
O Exército israelense havia informado que responderia imediatamente caso a trégua fosse quebrada pelo Hamas.
O cessar-fogo foi solicitado pela Organização das Nações Unidas (ONU) e outras organizações internacionais depois de nove dias de combates que já deixaram 220 palestinos e um israelense mortos.
Israel lançou sua operação militar em 8 de julho com o objetivo declarado de interromper os ataques de foguetes palestinos contra seu território.
No entanto, a ONU diz que a maioria dos mortos em Gaza são civis. Israel acusa o Hamas de usar a população civil como escudo para esconder a sua infraestrutura militar.
A ONU diz que pelo menos 1.370 casas foram destruídas em Gaza e mais de 18 mil pessoas foram deslocadas desde o início da ofensiva.
Crianças mortas
Quatro meninos de uma mesma família estão entre os mortos por ataques israelenses na quarta-feira. Eles morreram enquanto brincavam em uma praia perto da cidade de Gaza. Testemunhas disseram que o local foi atingido duas vezes.
Militares israelenses disseram estar “investigando cuidadosamente” o incidente de “resultado trágico” e que, “com base nos resultados preliminares, o alvo deste ataque eram agentes terroristas do Hamas”.
O Exército israelense costuma atingir áreas abertas do litoral que alega serem usadas por militantes como zonas de lançamentos de foguetes.
O Hamas descreveu o ataque como um crime de guerra e pediu condenação da ONU.
A imprensa israelense informou que o Hamas apresentou uma lista de dez pré-requisitos para uma trégua de dez anos com Israel. As exigências incluiriam a flexibilização do bloqueio econômico a Gaza, o fim dos ataques israelenses ao território e a construção de um aeroporto e um porto.
O Exército de Israel diz que seu escudo antimísseis Domo de Ferro abateu 23 foguetes lançados de Gaza na quarta-feira, enquanto outros acertaram alvos sem causar vítimas.
Israel mobilizou dezenas de milhares de soldados na fronteira com Gaza em meio a especulações sobre uma possível invasão terrestre.
Deixe seu comentário no Verdade Gospel.
Fonte: BBC Brasil

Fonte via: http://www.verdadegospel.com/terroristas-do-hamas-disparam-morteiros-e-rompe-tregua-com-israel/

segunda-feira, 14 de julho de 2014

(Vídeo 5:39) - Lição de História para os Idiotas e Ignorantes Petistas, Depravados, Imorais, Socialistas e Esquerdopatas sobre o conflito no Oriente Médio

Para os críticos de Israel, inclusive cristãos mal informados sobre o conflito israel-palestino

Enézio
58 min ·

Para os críticos de Israel, inclusive cristãos mal informados sobre o conflito israel-palestino

David Harris, Diretor Executivo do Comitê Judaico-Americano

Você quer ser levado a sério por Israel e seus amigos? Eis aqui o seu momento de demonstrar a sua boa vontade.

Se realmente você quer dizer o que você quer dizer sobre criticar as políticas israelenses mas não questionar o direito inerente de Israel viver em paz e segurança, então levante a sua voz agora mesmo. Não amanhã, nem depois de amanhã, mas hoje.

Levante a voz e diga que muitos, se não centenas de foguetes são disparados de Gaza contra Israel, são uma abominação. Diga que não existe nenhuma justificação para tais atos de terror.

Diga que este ataque é uma violação descarada de direitos humanos fundamentais. Diga que mulheres, homens e crianças israelenses têm o direito de viverem paz em seus lares, e não viver em permanente alerta 24 horas por dia a semana toda.

Diga que você se solidariza com os israelenses, pois eles não têm mais do que 15 segundos para alcançar um abrigo antiaéreo, e certificar-se que seus parentes jovens e velhos também encontrem proteção.

Diga que o Hamas é uma organização terrorista, exatamente o que os Estados Unidos e a União Europeia declararam que era anos atrás.

Diga que você leu a Carta de Intenções do Hamas e entende que o objetivo do grupo não é o de acabar com a política de assentamento de Israel, mas acabar com Israel, ponto final.

Diga que você sabe que o Hamas usa os civis em Gaza, inclusive crianças, como escudos humanos.

Diga que você sabe que o Hamas está ligado ao Irã, de onde obtém financiamento, armas, e treinamento.

Diga que você vê uma distinção moral entre o incendiário, Hamas, e o bombeiro, Israel.

Diga que existe uma diferença fundamental entre um regime déspota, a Gaza dominada pelo Hamas, e uma democracia, Israel.

Diga que você sabe que o Hamas treina crianças para glorificar a morte e o “martírio”, enquanto Israel educa as crianças para afirmarem a vida e avançar as fronteiras do conhecimento humano.

Diga que você sabe que o Hamas se opõe a qualquer esforço palestino de alcançar a paz com Israel, e tudo fará para sabotar os esforços naquela direção.

Diga que você sabe que nenhum país, nem os Estados Unidos nem as nações europeias, e nem ninguém, toleraria saraivadas de foguetes mortais disparadas contra elas com o objetivo de causar assassinato e lesões físicas.

Diga que você sabe que os hospitais israelenses, em resposta a mais de 12.000 foguetes ao longo de apenas 14 anos, continuam a fornecer cuidados médicos para salvar vidas dos residentes da Faixa de Gaza.

Diga que você sabe que Israel não somente tem o direito, mas a obrigação, de se defender, e isso significa ir atrás da infraestrutura terrorista e de sua liderança.

Diga que você espera que o mundo entenderá e apoiará Israel neste exato momento, quando a metade da população israelense vive dentro do alcance do armamento do Hamas.

Diga que você sabe dar prioridade às suas preocupações, e, quaisquer que sejam suas outras questões com Israel, a capacidade de Israel em terminar com os ataques mortais está no topo de sua lista.

Diga que você evitará a tentação de invocar os comentários aduladores e mal colocados sobre “moderação” e de “equivalência moral” ou de “ciclos de violência”, como se você estivesse jogando os dois lados contra o meio.

Diga que você sabe que Israel saiu completamente de Gaza em 2005, dando a esta faixa de terra a primeira oportunidade na sua história de governar a si mesma.

Diga que você sabe que ninguém antes de Israel, nem o Egito, nem os ingleses, tampouco os otomanos, ninguém ofereceu a Gaza a oportunidade que Israel deu para Gaza traçar o seu próprio destino.

Diga que você sabe que em 2005, Gaza teve a chance de escolher se procuraria imitar a Singapura ou a Somália, e que escolheram a Somália.
Diga que você sabe que o Hamas tomou o poder em Gaza afastando a Autoridade Palestina, assassinando a muitos neste processo.

Diga que você sabe que não há jeito nenhum de a paz possa ser promovida para os palestinos – ou israelenses – se este mesmo Hamas tiver a permissão de compartilhar o governo junto com a Autoridade Palestina.