quinta-feira, 24 de julho de 2014

(Vídeo) - Por que o PT, socialistas, comunistas, marxistas e esquerdopatas odeiam Israel?

Publicado em 23/07/2014

Professor desmascara a hipocrisia dos movimentos de esquerda e explica por que eles protestam contra Israel enquanto se omitem em relação ao massacre de cristãos no Oriente Médio.




quinta-feira, 17 de julho de 2014

Terroristas Socialistas, Comunistas e Petistas do Hamas disparam morteiros e rompem trégua com Israel

Terroristas do Hamas disparam morteiros e rompem trégua com Israel

Saldo da operação em Gaza é de 220 palestinos e um israelense mortos
Saldo da operação em Gaza é de 220 palestinos e um israelense mortos
Militantes palestinos dispararam pelo menos três morteiros da Faixa de Gaza em direção a Israel, interrompendo um cessar-fogo humanitário de cinco horas, informaram forças de segurança israelenses.
Israel e o grupo palestino Hamas haviam concordado em interromper os combates temporariamente nesta quinta-feira (17) para permitir que moradores da Faixa de Gaza buscassem suprimentos.
O Exército israelense havia informado que responderia imediatamente caso a trégua fosse quebrada pelo Hamas.
O cessar-fogo foi solicitado pela Organização das Nações Unidas (ONU) e outras organizações internacionais depois de nove dias de combates que já deixaram 220 palestinos e um israelense mortos.
Israel lançou sua operação militar em 8 de julho com o objetivo declarado de interromper os ataques de foguetes palestinos contra seu território.
No entanto, a ONU diz que a maioria dos mortos em Gaza são civis. Israel acusa o Hamas de usar a população civil como escudo para esconder a sua infraestrutura militar.
A ONU diz que pelo menos 1.370 casas foram destruídas em Gaza e mais de 18 mil pessoas foram deslocadas desde o início da ofensiva.
Crianças mortas
Quatro meninos de uma mesma família estão entre os mortos por ataques israelenses na quarta-feira. Eles morreram enquanto brincavam em uma praia perto da cidade de Gaza. Testemunhas disseram que o local foi atingido duas vezes.
Militares israelenses disseram estar “investigando cuidadosamente” o incidente de “resultado trágico” e que, “com base nos resultados preliminares, o alvo deste ataque eram agentes terroristas do Hamas”.
O Exército israelense costuma atingir áreas abertas do litoral que alega serem usadas por militantes como zonas de lançamentos de foguetes.
O Hamas descreveu o ataque como um crime de guerra e pediu condenação da ONU.
A imprensa israelense informou que o Hamas apresentou uma lista de dez pré-requisitos para uma trégua de dez anos com Israel. As exigências incluiriam a flexibilização do bloqueio econômico a Gaza, o fim dos ataques israelenses ao território e a construção de um aeroporto e um porto.
O Exército de Israel diz que seu escudo antimísseis Domo de Ferro abateu 23 foguetes lançados de Gaza na quarta-feira, enquanto outros acertaram alvos sem causar vítimas.
Israel mobilizou dezenas de milhares de soldados na fronteira com Gaza em meio a especulações sobre uma possível invasão terrestre.
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Fonte: BBC Brasil

Fonte via: http://www.verdadegospel.com/terroristas-do-hamas-disparam-morteiros-e-rompe-tregua-com-israel/

segunda-feira, 14 de julho de 2014

(Vídeo 5:39) - Lição de História para os Idiotas e Ignorantes Petistas, Depravados, Imorais, Socialistas e Esquerdopatas sobre o conflito no Oriente Médio

Para os críticos de Israel, inclusive cristãos mal informados sobre o conflito israel-palestino

Enézio
58 min ·

Para os críticos de Israel, inclusive cristãos mal informados sobre o conflito israel-palestino

David Harris, Diretor Executivo do Comitê Judaico-Americano

Você quer ser levado a sério por Israel e seus amigos? Eis aqui o seu momento de demonstrar a sua boa vontade.

Se realmente você quer dizer o que você quer dizer sobre criticar as políticas israelenses mas não questionar o direito inerente de Israel viver em paz e segurança, então levante a sua voz agora mesmo. Não amanhã, nem depois de amanhã, mas hoje.

Levante a voz e diga que muitos, se não centenas de foguetes são disparados de Gaza contra Israel, são uma abominação. Diga que não existe nenhuma justificação para tais atos de terror.

Diga que este ataque é uma violação descarada de direitos humanos fundamentais. Diga que mulheres, homens e crianças israelenses têm o direito de viverem paz em seus lares, e não viver em permanente alerta 24 horas por dia a semana toda.

Diga que você se solidariza com os israelenses, pois eles não têm mais do que 15 segundos para alcançar um abrigo antiaéreo, e certificar-se que seus parentes jovens e velhos também encontrem proteção.

Diga que o Hamas é uma organização terrorista, exatamente o que os Estados Unidos e a União Europeia declararam que era anos atrás.

Diga que você leu a Carta de Intenções do Hamas e entende que o objetivo do grupo não é o de acabar com a política de assentamento de Israel, mas acabar com Israel, ponto final.

Diga que você sabe que o Hamas usa os civis em Gaza, inclusive crianças, como escudos humanos.

Diga que você sabe que o Hamas está ligado ao Irã, de onde obtém financiamento, armas, e treinamento.

Diga que você vê uma distinção moral entre o incendiário, Hamas, e o bombeiro, Israel.

Diga que existe uma diferença fundamental entre um regime déspota, a Gaza dominada pelo Hamas, e uma democracia, Israel.

Diga que você sabe que o Hamas treina crianças para glorificar a morte e o “martírio”, enquanto Israel educa as crianças para afirmarem a vida e avançar as fronteiras do conhecimento humano.

Diga que você sabe que o Hamas se opõe a qualquer esforço palestino de alcançar a paz com Israel, e tudo fará para sabotar os esforços naquela direção.

Diga que você sabe que nenhum país, nem os Estados Unidos nem as nações europeias, e nem ninguém, toleraria saraivadas de foguetes mortais disparadas contra elas com o objetivo de causar assassinato e lesões físicas.

Diga que você sabe que os hospitais israelenses, em resposta a mais de 12.000 foguetes ao longo de apenas 14 anos, continuam a fornecer cuidados médicos para salvar vidas dos residentes da Faixa de Gaza.

Diga que você sabe que Israel não somente tem o direito, mas a obrigação, de se defender, e isso significa ir atrás da infraestrutura terrorista e de sua liderança.

Diga que você espera que o mundo entenderá e apoiará Israel neste exato momento, quando a metade da população israelense vive dentro do alcance do armamento do Hamas.

Diga que você sabe dar prioridade às suas preocupações, e, quaisquer que sejam suas outras questões com Israel, a capacidade de Israel em terminar com os ataques mortais está no topo de sua lista.

Diga que você evitará a tentação de invocar os comentários aduladores e mal colocados sobre “moderação” e de “equivalência moral” ou de “ciclos de violência”, como se você estivesse jogando os dois lados contra o meio.

Diga que você sabe que Israel saiu completamente de Gaza em 2005, dando a esta faixa de terra a primeira oportunidade na sua história de governar a si mesma.

Diga que você sabe que ninguém antes de Israel, nem o Egito, nem os ingleses, tampouco os otomanos, ninguém ofereceu a Gaza a oportunidade que Israel deu para Gaza traçar o seu próprio destino.

Diga que você sabe que em 2005, Gaza teve a chance de escolher se procuraria imitar a Singapura ou a Somália, e que escolheram a Somália.
Diga que você sabe que o Hamas tomou o poder em Gaza afastando a Autoridade Palestina, assassinando a muitos neste processo.

Diga que você sabe que não há jeito nenhum de a paz possa ser promovida para os palestinos – ou israelenses – se este mesmo Hamas tiver a permissão de compartilhar o governo junto com a Autoridade Palestina.

sábado, 12 de julho de 2014

Israel e Palestina: considerações by Igor Miguel

a respeito desta complexa relação:
1) Antissemitismo(inimizade em relação aos judeus por razões étnicas ou religiosas) é anticristão, por alguns motivos:

  • a) O povo judeu é um testemunho histórico da veracidade das Escrituras;
  • b) O povo judeu é de onde emergiu Jesus Cristo;
  • c) Fere o princípio cristão básico de amor ao próximo.

2) O povo judeu,diferente de muitas comunidades do ocidente, tem uma prática cultural baseada na memória. Se para nós, em geral, o passado é algo facilmente esquecido, para os judeus, o passado é ritualizado e sua memória transmitida pelas gerações. Logo, eventos como o holocausto, a expulsão romana, e até mesmo o Êxodo Bíblico, são eventos sempre presentes na memória judaica. Isso é parte de sua cosmovisão, seja para bem ou para mal.

3) O holocausto é um evento com marcas ainda presentes na cultura judaica em geral. Assim, diante de inúmeras ameças da diáspora, que teve seu clímax nos campos de extermínio, não há outra opção para o povo judeus e não uma terra (nação) com autonomia política e militar. E não há outra opção em relação à civilização ocidental: não permitir que um novo holocausto aconteça, seja a que povo for.

4) Os judeus foram expulsos pelo imperador Adriano (por volta do II século d.C.) de seu território depois de um longo esforço militar fracassado para se libertarem da tirania do império romano. Então, considere este evento como algo com consequências históricas muito sérias. Não olhe para os problemas políticos relacionados aos judeus como um fenômeno apenas da modernidade, este é um erro crasso. Como disse,grande parte da mentalidade e expectativas judaicas têm raízes profundas em eventos pré-modernos.

5) Um cristão não pode ser considerado antissemita pelo simples fato de sustentar a teologia bíblica e cristã de que o título “povo de Deus” é uma exclusividade daqueles que se ligam a Deus por meio de Jesus Cristo. Por inúmeras razões teológicas, obviamente descartadas por judeus, cristãos insistem que não há eleição fora de Jesus. E, por esta razão, Deus não tem dois povos, mas apenas um: aquele que se liga a seu Messias Jesus (seja judeu ou gentio). Claro, que isto não implica em rejeição a tudo que Deus fez outrora com os profetas e patriarcas, ao contrário, em Jesus, Israel encontra toda sua plenitude. Considere ler o texto “Israel de Deus” de minha autoria, em que trato sobre o assunto.

6) Há marcas indeléveis nas práticas culturais e étnicas dos judeus que remetem a revelação de Deus na Bíblia Hebraica (Antigo Testamento). Isto não pode ser ignorado por cristãos quando pensam em um posicionamento em relação aos judeus e ao moderno estado judaico.

7) Um cristão pode discordar dos métodos militares e políticos como o estado moderno de Israel se organiza ou foi estabelecido, e isto não implicaria necessariamente em antissemitismo. Porém, deve ser cuidadoso, pois muitas vezes um sentimento antissionista oculta um sentimento antissemita. Este último é pecaminoso, enquanto aquele pode ter apenas razões políticas, e no quesito político o debate ainda está aberto. Porém, antes de se posicionar como antissionista, ou seja,como alguém que discorda do direito do judeu ter uma terra, pense se o que você tem não é uma posição crítica a algumas formas como o sionismo acontece, e não ao sionismo em si.

8) Cristãos podem discordar livremente de algumas formas como a política israelense acontece, desde que apresentem razões plausíveis para isto. Esta discordância não implicaria em antissemitismo. Israelenses podem agir de forma arbitrária e injusta, o que aconteceu, acontece e acontecerá. Eles não estão isentos de erros inerentes a seres humanos. A doutrina cristã da radicalidade do pecado em seres humanos não isenta ninguém, nem mesmo cristãos ou judeus, da possibilidade de corrupção e injustiça.

9) Muitos dos boicotes, oposições e discurso antissionistas que existem hoje, principalmente oriundos da esquerda política e da nova esquerda ocidental, estão carregados de sentimento antissemita. E simplesmente, ignora-se a complexidade cultural inerente a grupos claramente terroristas. O “hamás” e o “hezbolah” não são grupos 'revolucionários', são movimentos islamistas fundamentalistas que se valem de metodologias imorais para lograrem êxito em suas iniciativas. Não estão dispostos ao diálogo nem com seus pares.


10) Enfim, cristãos não podem “canonizar” o Israel moderno, e tornarem-se a críticos em relação a suas ações políticas e militares. Existe uma apoio a crítico por parte de alguns cristãos evangélicos por causa da influência da teologia dispensacionalista. Se não sabe o que é isto, pesquise sobre o assunto. Tanto palestinos quanto judeus têm o direito de viverem em paz, e penso, ambos tem o direito a uma nação e a uma identidade nacional. Não há soluções mágicas para a tensão entre Israel e Palestina, este é um conflito com raízes no passado, porém, criminalizar de forma arbitrária tanto israelenses como palestinos, pode incorrer em análises injustas da situação.

A bondade de Deus para os árabes

A bondade de Deus para os árabes


Julio Severo
Deus tem sido justo e bom para os árabes. A imensidão territorial que ocupam os países árabes é prova abundante desse fato.
O pequeno Estado de Israel, com suas fronteiras bíblicas originais, não é nada em comparação com o enorme território árabe.
Deus poderia ter dado aos judeus o território do Brasil ou dos EUA. Ele também poderia ter dado a eles a imensidão territorial dos países árabes. Mas ele deu somente um minúsculo pedaço de terra, e o registro da posse está no livro que é lido por milhões de pessoas todos os dias: a Bíblia, que é a Escritura dos cristãos e escritura (documento de posse) dos judeus.
Todo o espaço verde é o imenso território árabe ou arabizado muçulmano. O minúsculo ponto vermelho no meio é o frágil e quase imperceptível Estado de Israel.
E se Deus tivesse dado aos árabes somente aquele pedacinho de terra, a Terra Prometida, e tivesse dado aos judeus todas as grandes terras que os árabes possuem? Daria para entender os árabes implorando aos judeus: “Por favor, deem-nos um pouco de terra. Vocês são muito ricos e nossa terra é muito pequena.”
O que ocorre é exatamente o contrário, e os judeus não estão reclamando. Eles não estão implorando: “Por favor, deem-nos pelo menos o território da Arábia Saudita, pois a terra de Israel é pequena demais.”
Se os árabes fossem bondosos, dariam a Arábia Saudita, e, como dá para ver no mapa, sobraria ainda muita terra para os árabes.
Territorialmente, os árabes são muito mais ricos do que os judeus.
Os palestinos, cujo nome no Latim vem de filisteus, sempre foram inimigos de Israel. No passado, eles queriam partes da Terra Prometida, mas Deus nunca permitiu e sempre os castigou. Eles não podem, mesmo hoje, reivindicar o que Deus não lhes deu.
Contudo, eles podem reivindicar terras de outros países.
Já que os EUA exigem que a Terra Prometida seja dividida entre judeus e filisteus, cabe aos EUA dar o exemplo e dar metade de seu território aos filisteus.
Já que o Brasil também exige que a Terra Prometida seja dividida entre judeus e filisteus, cabe ao Brasil dar o exemplo e dar metade de seu território aos filisteus.
Já que os países árabes, em sua imensidão territorial, exigem que a Terra Prometida seja dividida entre judeus e filisteus, cabe-lhes dar o exemplo e dar metade de seu território aos filisteus.
Não sei a reação dos EUA e Brasil a essa justa proposta, mas é quase certeza que todos os países árabes jamais perdoariam os filisteus, seus irmãos de carne, sangue e fanatismo islâmico, por quererem terras de outros árabes.
A imensa riqueza territorial que os árabes têm eles não dividem com ninguém, nem com seus irmãos filisteus.
Como é que eles exigem então que os filhos de Israel deem, de seu minúsculo território, terras aos filisteus?
Deus tem sido muito bom para os árabes, que deveriam ser muito bons para os filisteus.
Os árabes deveriam agradecer a Deus por sua imensidão territorial e deveriam doar aos seus irmãos filisteus um pouco de sua tremenda abundância territorial.
Deus se agrada da bondade e gratidão, especialmente entre irmãos de sangue.
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