domingo, 29 de junho de 2014

Sugestão de leitura: O Verdadeiro Che Guevara - e os idiotas úteis que o idolatram - Acompanha um DVD com o documentário: "GUEVARA: anatomia de um mito" by Humberto Fontova (Jornalista, cientista político e mestre em estudos latino-americanos pela Universidade de Tulane e fugitivo de Cuba)

Sugestão de leitura: O Verdadeiro Che Guevara - e os idiotas úteis que o idolatram - Acompanha um DVD com o documentário: "GUEVARA: anatomia de um mito" by Humberto Fontova (Jornalista, cientista político e mestre em estudos latino-americanos pela Universidade de Tulane e fugitivo de Cuba)

Clique no link abaixo para acessar maiores informações:
http://historiareformacional.blogspot.com.br/2014/06/sugestao-de-leitura-o-verdadeiro-che.html 

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Franklin Graham: Eu adoro um judeu - Evangelista explica por que ele apoia Israel

Franklin Graham: Eu adoro um judeu

Evangelista explica por que ele apoia Israel

WASHINGTON, EUA — Franklin Graham, o presidente da Associação Evangelística Billy Graham, ofereceu uma razão importante por que ele apoia de forma inequívoca e sem nenhum constrangimento Israel, dizendo: “Eu adoro um judeu.”
Franklin Graham: Eu adoro um judeu
“Apoio Israel não só porque adoro um judeu, mas também por causa do que a Bíblia diz sobre Israel e o futuro de Israel,” Graham disse num discurso no aniversário de 13 anos do Evento Solidariedade a Israel que acontece anualmente na Embaixada de Israel.
O evento estava associado ao Dia Nacional de Oração.
Em sua mensagem, Graham citou a promessa de Deus acerca da terra de Canaã, Sua escolha de Israel como Seu povo, Sua instrução para orar pela paz de Jerusalém e Sua decisão de enviar Seu Filho, Jesus — um judeu — para trazer esperança de vida eterna aos que se arrependem de seus pecados e colocam sua fé em Jesus.
“No passado,” Franklin disse, “havia muitos homens maus e malignos que no nome de Jesus Cristo usaram esse caso para perseguir os judeus. Para matar os judeus. Eles os chamavam de ‘assassinos de Cristo.’”
Graham disse, porém, que não foram os judeus e nem mesmo os romanos que mataram Jesus Cristo.
“Foi cada um de nós,” ele disse. “Pois a Bíblia diz: ‘Deus amou o mundo de tal modo que deu seu único Filho para que quem crer nele não pereça, mas tenha a vida eterna.’”
“Veja, Deus enviou seu Filho numa missão de resgate, e Jesus Cristo voluntariamente foi à cruz para levar seus pecados e os meus pecados,” Graham disse. “Foi você, fui eu, fomos todos nós que O pregamos na cruz… E agradeço a Deus que Ele me amou o suficiente para enviar Seu Filho para levar meus pecados e morrer na cruz por mim.”
Antes da mensagem de solidariedade de Graham, o embaixador israelense Ron Dermer deu uma palavra para os líderes evangélicos presentes.
“Ser embaixador de Israel nos Estados Unidos é ser o embaixador do país que é mais amigo de Israel na terra,” Dermer disse. “E a âncora de apoio para essa amizade nos EUA são vocês.”
Graham finalizou com uma mensagem pessoal de apoio.
“Senhor embaixador, amamos Israel, e amamos você, e agradecemos a Deus pelo seu país. Não posso falar pelos evangélicos, mas posso apenas dizer por mim: vou apoiar Israel.”
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: Franklin Graham: “I worship a Jew”
Outros artigos sobre Franklin Graham:
Sobre Israel:

quarta-feira, 30 de abril de 2014

A irracionalidade do ódio aos judeus

A irracionalidade do ódio aos judeus

Exclusivo: Michael Brown diz que acontecimentos recentes são parte de um padrão de séculos

Michael Brown
O antissemitismo, que é definido como “hostilidade ou discriminação aos judeus como um grupo religioso, étnico ou racial,” não é apenas o ódio mais antigo do mundo. É também o mais irracional.
Os acontecimentos antissemitas das últimas três semanas, desde Kansas City até a Ucrânia, nos fazem recordar que o ódio aos judeus está sempre próximo, buscando a mais leve provocação para erguer sua cabeça horrorosa.
Se existe um problema na sociedade, os antissemitas dizem que com certeza a culpa é dos judeus.
Quando a Peste Negra dizimou a Europa na Idade Média, os judeus, que já haviam sido marcados como assassinos de Cristo pela Igreja Católica, tornando-os assim culpados de matar Deus, foram acusados de iniciar a peste ao envenenarem os poços com uma mistura feita de aranhas, lagartixas e o coração de cristãos misturado com os elementos sagrados da Santa Ceia. Multidões enfurecidas massacraram milhares de judeus como consequência desse boato maligno.
Quando a Igreja Católica declarou em 1215 que os elementos da Santa Ceia literalmente se transformavam no corpo e no sangue de Jesus, os judeus foram acusados de roubar e torturar os pãezinhos da ceia, levando as multidões a queimar na fogueira comunidades judaicas inteiras.
No mundo muçulmano de hoje, ainda se crê que todo ano, os judeus raptam e torturam uma vítima inocente, usando seu sangue para fazer omatzah (pão sem fermento) da Páscoa.
O mundo muçulmano, junto com muitos não muçulmanos, também leva a sério os Protocolos dos Sábios de Sião, um notório documento forjado do final do século XIX que afirma relatar os planos secretos de um grupo secreto de líderes judeus que estão prontos para assumir o controle do mundo inteiro, no final sujeitando-o ao deus hindu Vishnu. Uma citação dos Protocolos diz: “Nosso reino defenderá a divindade de Vishnu, em quem se acha sua personificação.”
Os antissemitas afirmam que Israel estava por trás dos ataques terroristas contra os EUA em 11 de setembro de 2001, fazendo a acusação mais escandalosa ainda de que nenhum judeu morreu durante os ataques naquele dia. De acordo com tais teorias, um site antissemita afirma que, “judeus sionistas se opuseram às iniciativas de busca da verdade feitas por Robert Torricelli, senador esquerdista de Nova Jérsei, quando ele tentou descobrir os fatos em torno da tragédia de 11 de setembro de 2001 num discurso diante do Senado dos EUA em 26 de setembro de 2001.” É claro que, de acordo com as acusações dos antissemitas, foi “a imprensa dominada por judeus sionistas” que conseguiu bloquear a investigação.
Ainda mais bizarras são as afirmações de sites amplamente visitados como JewWatch.com (que o internauta tome cuidado com esse site), com manchetes como “Documento Judaico do Vaticano Mostra Judaização do Catolicismo” e “O Papa João Paulo II Era Judeu?” (A resposta, evidentemente, é “provavelmente” sim, na opinião deles.)
Os que visitam esse site encontrarão até mesmo estórias de “100.000.000 de inocentes cristãos que foram exterminados pelos comissários judeus comunistas anticristãos na Rússia sob as ordens de Trotsky, o supremo comissário judeu dos comissários. Entretanto, Spielberg jamais dirigirá um filme da ‘Lista de Schindler’ para eles ou seu genocídio. Qual a razão? Porque foram os judeus que fizeram isso.”
Talvez ainda mais bizarras sejam as estórias cada vez mais frequentes que acusam os israelenses de tirar órgãos humanos, como nesta notícia do jornal Kaperville Daily News, que declara: “Israelenses Estão Tirando Órgãos de Crianças Negras e Hispânicas.”
O artigo começa com o aviso: “Gente, protejam seus filhos! Isso é real. Todas essas crianças que estão sendo mortas, sendo achadas sem órgãos, não é coincidência. Eles estão fazendo isso até mesmo aqui no Haiti.”
A reportagem até fornece alegada documentação para suas afirmações: “Autoridades da Costa Rica anunciaram na quarta-feira que haviam desarticulado uma rede internacional de tráfico de órgãos que trabalhava com médicos israelenses e era especializada em vender rins para pacientes em Israel e Europa Oriental.”
O que é preocupante em tudo isso é que as pessoas realmente acreditam que essas acusações são reais, ao ponto de que se um só judeu estava ligado a um crime, isso é base para culpar todos os judeus aos olhos desses antissemitas. E se não se encontrou nenhuma evidência real? Isso seria prova de que a toda-poderosa mídia judaica teve êxito em acobertar a verdade, auxiliada por seus cúmplices judeus ricos que controlam as finanças do mundo.
O fato de que, em gerações recentes, os judeus têm tido um nível de proeminência social e financeira nos EUA e em alguns países europeus só inflama as chamas de antissemitismo e prova para eles que os Protocolos são verdadeiros.
Quanto aos reais e mortais inimigos de Israel, como o Hamas, teorias de conspiração abundam, inclusive esta, encontrada no Artigo Dezessete da Carta do Hamas: “As organizações sionistas sob vários nomes e formas, tais como maçons, Rotary Clubs, organizações de espionagem e outros são todos nada mais do que células de subversão e sabotadores. Essas organizações têm amplos recursos que lhes dão condições de desempenhar seu papel em sociedades para o propósito de realizar objetivos sionistas e aprofundar os conceitos que serviriam ao inimigo.”
Portanto, não só os judeus controlam a mídia, as finanças, o sistema político e o Vaticano (de acordo com alguns teoristas); não só os judeus são culpados de acobertar o envolvimento de Israel nos ataques de 11 de setembro de 2001, matando centenas de milhões de cristãos e outros (essa foi a afirmação do homem de Kansas City que matou judeus a tiro) e tirar órgãos humanos; mas também os judeus, especificamente os sionistas, controlam os maçons, Rotary Clubs e outras “organizações de espionagem,” todas das quais são “nada mais do que células de subversão e sabotadores.”
É claro que essas acusações horrendas são tão absurdas que são de rir, exceto pelo fato de que muitos milhões de pessoas acreditam que essas mentiras irracionais são verdadeiras.
E não há nada para rir sobre isso.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: The irrationality of Jew hatred
Leitura recomendada:

sexta-feira, 21 de março de 2014

Teologia anti-Israel: um erro mortal

Teologia anti-Israel: um erro mortal

Michael Brown
A ideia de que Deus não tem mais nada a ver com o povo judeu como nação e que a igreja substituiu Israel no plano de Deus não só é um sério erro teológico. É também um erro mortal.
Foi essa falsa teologia que ajudou a inflamar as chamas do ódio aos judeus num dos mais respeitados líderes da igreja primitiva, João Crisóstomo (347-407), que certa vez disse: “Deus odeia os judeus, e no Dia do Juízo dirá aos que simpatizam com eles: ‘Afastem-se de Mim, pois vocês têm relações com Meus assassinos’! Fujam, então, das reuniões deles, fujam das casas deles e tratem as sinagogas deles com ódio e aversão.”
Sem essa teologia falsa, as Cruzadas jamais ocorreriam 700 anos mais tarde.
Foi essa falsa teologia que ajudou a inflamar as chamas do ódio aos judeus no grande reformador Martinho Lutero (1483-1546), que deu este conselho aos governantes alemães de sua época: “Primeiro, incendeiem as sinagogas ou escolas deles… Segundo, aconselho que as casas deles sejam demolidas e destruídas… Em vez disso, eles poderiam morar debaixo de um telhado ou num celeiro, como os ciganos… Terceiro, aconselho que todos os livros de orações e escritos de Talmude deles, em que são ensinados tais idolatrias, mentiras, maldições e blasfêmias, lhes sejam tirados. Quarto, aconselho que os rabinos deles sejam proibidos de ensinar de agora em diante sob pena de perderam a integridade física.” (Para mais exemplos, leia meu livro em inglês “Our Hands Are Stained With Blood” [Nossas Mãos Estão Manchadas de Sangue].)
As palavras sanguinárias de Lutero foram implementadas por ninguém mais do que o próprio Adolf Hitler, começando na noite de 9 de novembro de 1938, que é chamada de Krystallnacht, a Noite dos Cristais Quebrados, quando, de acordo com o oficial nazista Reinhard Heydrich, “815 lojas [judaicas] foram destruídas, 171 casas foram incendiadas ou destruídas… 119 sinagogas foram incendiadas, e outras 76 foram completamente destruídas… 20.000 judeus foram presos, 36 mortes foram registradas e os feridos graves foram também contados em 36.”
Tudo isso foi consequência de uma teologia que estava totalmente errada ajudando a justificar ações mortais. (Os nazistas obviamente não eram cristãos, mas foram séculos de antissemitismo “cristão” na Europa que ajudaram a possibilitar o Holocausto.)
Sem dúvida, há cristãos excelentes hoje que adotam esse mesmo erro teológico (chamado de teologia da substituição ou supersessionismo, significando que a igreja substituiu ou suplantou Israel), e definitivamente eles não são antissemitas e jamais aprovariam a perseguição do povo judeu no nome de Jesus. E eles repudiam totalmente declarações de ódio como as que acabei de citar acima.
Mas o triste fato da história é que foi essa mesma teologia que abriu as portas para séculos de antissemitismo “cristão” no passado, e está ameaçando abrir essa porta horrível mais uma vez hoje.
Considerando a terceira conferência “Christ at the Checkpoint” (Cristo no Posto de Controle) que ocorreu recentemente na antiga cidade de Belém, onde questões como essas não foram apenas abstrações teológicas, é importante recordar como uma teologia errada leva a ações erradas.
De acordo com Atos 1, depois que os discípulos haviam passado 40 dias com Jesus depois de Sua ressurreição, falando com eles “sobre o Reino de Deus” (v. 3), Seus seguidores dedicados queriam Lhe fazer mais uma pergunta antes que Ele subisse ao céu.
Eles perguntaram: “Senhor, será este o tempo em que restaurarás o Reino a Israel?”
Ele respondeu: “Não vos compete saber as épocas ou as datas que o Pai estabeleceu por sua exclusiva autoridade. Contudo, recebereis poder quando o Espírito Santo descer sobre vós, e sereis minhas testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judeia e Samaria, e até os confins da terra!” (versículos 6-8, KJA)
Em outras palavras, essa é uma boa pergunta, e certamente faz sentido considerando tudo o que vimos tratando, mas a hora certa em que isso ocorrerá — quando Deus irá “restaurar o reino a Israel” — não é algo com que devemos nos preocupar neste momento. Precisamos nos concentrar em cumprir a Grande Comissão com a ajuda do poder do Espírito.
Mas não foi desse jeito que João Calvino interpretou a resposta de Jesus. Conforme o Dr. Paul R. Wilkinson comentou em seu livro em inglês “Understanding Christian Zionism” (Compreendendo o Sionismo Cristão), Calvino declarou que “‘havia tantos erros… quanto palavras na pergunta dos discípulos’ com relação à restauração de Israel. Isso, ele cria, mostrava ‘como eles eram péssimos estudiosos sob um Mestre tão bom,’ e portanto ‘quando ele [Jesus] disse, recebereis poder, ele os admoestou acerca da imbecilidade deles.’”
Wilkinson também comenta: “Na 5ª Conferência Sabeel Internacional em 2004 [que foi uma conferência antissionista], Mitri Raheb denunciou os discípulos como homens ‘de mente muito estreita,’ ‘nacionalistas’ e ‘cegos’ por fazerem tal pergunta.”
Para ser sincero, interpretações desse tipo não são nada mais do que bobagens exegéticas, colocando o texto bíblico de cabeça para baixo.
Por exemplo, se os discípulos tivessem dito a Jesus, “Senhor, é este o tempo para pegarmos espadas para decapitar nossos inimigos?” Ele não teria respondido: “Não vos compete saber as épocas que o Pai determinou para decapitardes. Concentrai-vos apenas na pregação do evangelho.”
Longe disso! Em vez disso, Ele os teria repreendido de forma muito clara.
Mas não é isso o que Ele fez nesse ponto, apesar do fato de que Suas palavras são constantemente interpretadas como se Ele tivesse dito: “Seus idiotas! Vocês não sabem que não quero mais nada com Israel? Vocês não sabem que a igreja substituiu Israel? Eu tenho estado com vocês há tanto tempo e vocês ainda não entendem?”
Em vez disso, Ele simplesmente lhes disse que não lhes competia saber o tempo exato em que o Pai restauraria o reino a Israel (algo que Jesus, Pedro e Paulo confirmaram; veja Mateus 19:28; Atos 3:19-21; Romanos 11:28-29; 15:8); a missão deles era serem testemunhas dEle.
Infelizmente, em nossa época, enquanto estamos vendo um número crescente de cristãos se voltando contra o moderno estado de Israel — e não quero dizer com isso simplesmente que eles estão criticando Israel quando Israel merece críticas, mas que eles estão rejeitando Israel como um cumprimento profético em todo sentido da palavra, também adotando a versão palestina de Israel como um ocupante maligno e afirmando que não resta nenhuma promessa ao povo judeu como nação — estamos vendo as sementes do ódio aos judeus sendo plantadas de novo no coração de muitos desses crentes. A hostilidade deles a Israel mal dá para esconder.
Cuidado, povo de Deus!
A história pode bem se repetir — para vergonha do nome de Jesus, para vergonha da igreja e para prejuízo espiritual e físico do povo judeu —, a menos que corrijamos nossa teologia.
Vocês foram avisados.
Traduzido por Julio Severo do artigo da revista Charisma: A Deadly, Anti-Israel Theological Error
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