quarta-feira, 30 de abril de 2014

A irracionalidade do ódio aos judeus

A irracionalidade do ódio aos judeus

Exclusivo: Michael Brown diz que acontecimentos recentes são parte de um padrão de séculos

Michael Brown
O antissemitismo, que é definido como “hostilidade ou discriminação aos judeus como um grupo religioso, étnico ou racial,” não é apenas o ódio mais antigo do mundo. É também o mais irracional.
Os acontecimentos antissemitas das últimas três semanas, desde Kansas City até a Ucrânia, nos fazem recordar que o ódio aos judeus está sempre próximo, buscando a mais leve provocação para erguer sua cabeça horrorosa.
Se existe um problema na sociedade, os antissemitas dizem que com certeza a culpa é dos judeus.
Quando a Peste Negra dizimou a Europa na Idade Média, os judeus, que já haviam sido marcados como assassinos de Cristo pela Igreja Católica, tornando-os assim culpados de matar Deus, foram acusados de iniciar a peste ao envenenarem os poços com uma mistura feita de aranhas, lagartixas e o coração de cristãos misturado com os elementos sagrados da Santa Ceia. Multidões enfurecidas massacraram milhares de judeus como consequência desse boato maligno.
Quando a Igreja Católica declarou em 1215 que os elementos da Santa Ceia literalmente se transformavam no corpo e no sangue de Jesus, os judeus foram acusados de roubar e torturar os pãezinhos da ceia, levando as multidões a queimar na fogueira comunidades judaicas inteiras.
No mundo muçulmano de hoje, ainda se crê que todo ano, os judeus raptam e torturam uma vítima inocente, usando seu sangue para fazer omatzah (pão sem fermento) da Páscoa.
O mundo muçulmano, junto com muitos não muçulmanos, também leva a sério os Protocolos dos Sábios de Sião, um notório documento forjado do final do século XIX que afirma relatar os planos secretos de um grupo secreto de líderes judeus que estão prontos para assumir o controle do mundo inteiro, no final sujeitando-o ao deus hindu Vishnu. Uma citação dos Protocolos diz: “Nosso reino defenderá a divindade de Vishnu, em quem se acha sua personificação.”
Os antissemitas afirmam que Israel estava por trás dos ataques terroristas contra os EUA em 11 de setembro de 2001, fazendo a acusação mais escandalosa ainda de que nenhum judeu morreu durante os ataques naquele dia. De acordo com tais teorias, um site antissemita afirma que, “judeus sionistas se opuseram às iniciativas de busca da verdade feitas por Robert Torricelli, senador esquerdista de Nova Jérsei, quando ele tentou descobrir os fatos em torno da tragédia de 11 de setembro de 2001 num discurso diante do Senado dos EUA em 26 de setembro de 2001.” É claro que, de acordo com as acusações dos antissemitas, foi “a imprensa dominada por judeus sionistas” que conseguiu bloquear a investigação.
Ainda mais bizarras são as afirmações de sites amplamente visitados como JewWatch.com (que o internauta tome cuidado com esse site), com manchetes como “Documento Judaico do Vaticano Mostra Judaização do Catolicismo” e “O Papa João Paulo II Era Judeu?” (A resposta, evidentemente, é “provavelmente” sim, na opinião deles.)
Os que visitam esse site encontrarão até mesmo estórias de “100.000.000 de inocentes cristãos que foram exterminados pelos comissários judeus comunistas anticristãos na Rússia sob as ordens de Trotsky, o supremo comissário judeu dos comissários. Entretanto, Spielberg jamais dirigirá um filme da ‘Lista de Schindler’ para eles ou seu genocídio. Qual a razão? Porque foram os judeus que fizeram isso.”
Talvez ainda mais bizarras sejam as estórias cada vez mais frequentes que acusam os israelenses de tirar órgãos humanos, como nesta notícia do jornal Kaperville Daily News, que declara: “Israelenses Estão Tirando Órgãos de Crianças Negras e Hispânicas.”
O artigo começa com o aviso: “Gente, protejam seus filhos! Isso é real. Todas essas crianças que estão sendo mortas, sendo achadas sem órgãos, não é coincidência. Eles estão fazendo isso até mesmo aqui no Haiti.”
A reportagem até fornece alegada documentação para suas afirmações: “Autoridades da Costa Rica anunciaram na quarta-feira que haviam desarticulado uma rede internacional de tráfico de órgãos que trabalhava com médicos israelenses e era especializada em vender rins para pacientes em Israel e Europa Oriental.”
O que é preocupante em tudo isso é que as pessoas realmente acreditam que essas acusações são reais, ao ponto de que se um só judeu estava ligado a um crime, isso é base para culpar todos os judeus aos olhos desses antissemitas. E se não se encontrou nenhuma evidência real? Isso seria prova de que a toda-poderosa mídia judaica teve êxito em acobertar a verdade, auxiliada por seus cúmplices judeus ricos que controlam as finanças do mundo.
O fato de que, em gerações recentes, os judeus têm tido um nível de proeminência social e financeira nos EUA e em alguns países europeus só inflama as chamas de antissemitismo e prova para eles que os Protocolos são verdadeiros.
Quanto aos reais e mortais inimigos de Israel, como o Hamas, teorias de conspiração abundam, inclusive esta, encontrada no Artigo Dezessete da Carta do Hamas: “As organizações sionistas sob vários nomes e formas, tais como maçons, Rotary Clubs, organizações de espionagem e outros são todos nada mais do que células de subversão e sabotadores. Essas organizações têm amplos recursos que lhes dão condições de desempenhar seu papel em sociedades para o propósito de realizar objetivos sionistas e aprofundar os conceitos que serviriam ao inimigo.”
Portanto, não só os judeus controlam a mídia, as finanças, o sistema político e o Vaticano (de acordo com alguns teoristas); não só os judeus são culpados de acobertar o envolvimento de Israel nos ataques de 11 de setembro de 2001, matando centenas de milhões de cristãos e outros (essa foi a afirmação do homem de Kansas City que matou judeus a tiro) e tirar órgãos humanos; mas também os judeus, especificamente os sionistas, controlam os maçons, Rotary Clubs e outras “organizações de espionagem,” todas das quais são “nada mais do que células de subversão e sabotadores.”
É claro que essas acusações horrendas são tão absurdas que são de rir, exceto pelo fato de que muitos milhões de pessoas acreditam que essas mentiras irracionais são verdadeiras.
E não há nada para rir sobre isso.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: The irrationality of Jew hatred
Leitura recomendada:

sexta-feira, 21 de março de 2014

Teologia anti-Israel: um erro mortal

Teologia anti-Israel: um erro mortal

Michael Brown
A ideia de que Deus não tem mais nada a ver com o povo judeu como nação e que a igreja substituiu Israel no plano de Deus não só é um sério erro teológico. É também um erro mortal.
Foi essa falsa teologia que ajudou a inflamar as chamas do ódio aos judeus num dos mais respeitados líderes da igreja primitiva, João Crisóstomo (347-407), que certa vez disse: “Deus odeia os judeus, e no Dia do Juízo dirá aos que simpatizam com eles: ‘Afastem-se de Mim, pois vocês têm relações com Meus assassinos’! Fujam, então, das reuniões deles, fujam das casas deles e tratem as sinagogas deles com ódio e aversão.”
Sem essa teologia falsa, as Cruzadas jamais ocorreriam 700 anos mais tarde.
Foi essa falsa teologia que ajudou a inflamar as chamas do ódio aos judeus no grande reformador Martinho Lutero (1483-1546), que deu este conselho aos governantes alemães de sua época: “Primeiro, incendeiem as sinagogas ou escolas deles… Segundo, aconselho que as casas deles sejam demolidas e destruídas… Em vez disso, eles poderiam morar debaixo de um telhado ou num celeiro, como os ciganos… Terceiro, aconselho que todos os livros de orações e escritos de Talmude deles, em que são ensinados tais idolatrias, mentiras, maldições e blasfêmias, lhes sejam tirados. Quarto, aconselho que os rabinos deles sejam proibidos de ensinar de agora em diante sob pena de perderam a integridade física.” (Para mais exemplos, leia meu livro em inglês “Our Hands Are Stained With Blood” [Nossas Mãos Estão Manchadas de Sangue].)
As palavras sanguinárias de Lutero foram implementadas por ninguém mais do que o próprio Adolf Hitler, começando na noite de 9 de novembro de 1938, que é chamada de Krystallnacht, a Noite dos Cristais Quebrados, quando, de acordo com o oficial nazista Reinhard Heydrich, “815 lojas [judaicas] foram destruídas, 171 casas foram incendiadas ou destruídas… 119 sinagogas foram incendiadas, e outras 76 foram completamente destruídas… 20.000 judeus foram presos, 36 mortes foram registradas e os feridos graves foram também contados em 36.”
Tudo isso foi consequência de uma teologia que estava totalmente errada ajudando a justificar ações mortais. (Os nazistas obviamente não eram cristãos, mas foram séculos de antissemitismo “cristão” na Europa que ajudaram a possibilitar o Holocausto.)
Sem dúvida, há cristãos excelentes hoje que adotam esse mesmo erro teológico (chamado de teologia da substituição ou supersessionismo, significando que a igreja substituiu ou suplantou Israel), e definitivamente eles não são antissemitas e jamais aprovariam a perseguição do povo judeu no nome de Jesus. E eles repudiam totalmente declarações de ódio como as que acabei de citar acima.
Mas o triste fato da história é que foi essa mesma teologia que abriu as portas para séculos de antissemitismo “cristão” no passado, e está ameaçando abrir essa porta horrível mais uma vez hoje.
Considerando a terceira conferência “Christ at the Checkpoint” (Cristo no Posto de Controle) que ocorreu recentemente na antiga cidade de Belém, onde questões como essas não foram apenas abstrações teológicas, é importante recordar como uma teologia errada leva a ações erradas.
De acordo com Atos 1, depois que os discípulos haviam passado 40 dias com Jesus depois de Sua ressurreição, falando com eles “sobre o Reino de Deus” (v. 3), Seus seguidores dedicados queriam Lhe fazer mais uma pergunta antes que Ele subisse ao céu.
Eles perguntaram: “Senhor, será este o tempo em que restaurarás o Reino a Israel?”
Ele respondeu: “Não vos compete saber as épocas ou as datas que o Pai estabeleceu por sua exclusiva autoridade. Contudo, recebereis poder quando o Espírito Santo descer sobre vós, e sereis minhas testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judeia e Samaria, e até os confins da terra!” (versículos 6-8, KJA)
Em outras palavras, essa é uma boa pergunta, e certamente faz sentido considerando tudo o que vimos tratando, mas a hora certa em que isso ocorrerá — quando Deus irá “restaurar o reino a Israel” — não é algo com que devemos nos preocupar neste momento. Precisamos nos concentrar em cumprir a Grande Comissão com a ajuda do poder do Espírito.
Mas não foi desse jeito que João Calvino interpretou a resposta de Jesus. Conforme o Dr. Paul R. Wilkinson comentou em seu livro em inglês “Understanding Christian Zionism” (Compreendendo o Sionismo Cristão), Calvino declarou que “‘havia tantos erros… quanto palavras na pergunta dos discípulos’ com relação à restauração de Israel. Isso, ele cria, mostrava ‘como eles eram péssimos estudiosos sob um Mestre tão bom,’ e portanto ‘quando ele [Jesus] disse, recebereis poder, ele os admoestou acerca da imbecilidade deles.’”
Wilkinson também comenta: “Na 5ª Conferência Sabeel Internacional em 2004 [que foi uma conferência antissionista], Mitri Raheb denunciou os discípulos como homens ‘de mente muito estreita,’ ‘nacionalistas’ e ‘cegos’ por fazerem tal pergunta.”
Para ser sincero, interpretações desse tipo não são nada mais do que bobagens exegéticas, colocando o texto bíblico de cabeça para baixo.
Por exemplo, se os discípulos tivessem dito a Jesus, “Senhor, é este o tempo para pegarmos espadas para decapitar nossos inimigos?” Ele não teria respondido: “Não vos compete saber as épocas que o Pai determinou para decapitardes. Concentrai-vos apenas na pregação do evangelho.”
Longe disso! Em vez disso, Ele os teria repreendido de forma muito clara.
Mas não é isso o que Ele fez nesse ponto, apesar do fato de que Suas palavras são constantemente interpretadas como se Ele tivesse dito: “Seus idiotas! Vocês não sabem que não quero mais nada com Israel? Vocês não sabem que a igreja substituiu Israel? Eu tenho estado com vocês há tanto tempo e vocês ainda não entendem?”
Em vez disso, Ele simplesmente lhes disse que não lhes competia saber o tempo exato em que o Pai restauraria o reino a Israel (algo que Jesus, Pedro e Paulo confirmaram; veja Mateus 19:28; Atos 3:19-21; Romanos 11:28-29; 15:8); a missão deles era serem testemunhas dEle.
Infelizmente, em nossa época, enquanto estamos vendo um número crescente de cristãos se voltando contra o moderno estado de Israel — e não quero dizer com isso simplesmente que eles estão criticando Israel quando Israel merece críticas, mas que eles estão rejeitando Israel como um cumprimento profético em todo sentido da palavra, também adotando a versão palestina de Israel como um ocupante maligno e afirmando que não resta nenhuma promessa ao povo judeu como nação — estamos vendo as sementes do ódio aos judeus sendo plantadas de novo no coração de muitos desses crentes. A hostilidade deles a Israel mal dá para esconder.
Cuidado, povo de Deus!
A história pode bem se repetir — para vergonha do nome de Jesus, para vergonha da igreja e para prejuízo espiritual e físico do povo judeu —, a menos que corrijamos nossa teologia.
Vocês foram avisados.
Traduzido por Julio Severo do artigo da revista Charisma: A Deadly, Anti-Israel Theological Error
Leitura recomendada:

Autoridade palestina: Alá está ajuntando os judeus em Israel. Mas diz que o propósito é para que “os palestinos os matem”

Autoridade palestina: Alá está ajuntando os judeus em Israel

Mas diz que o propósito é para que “os palestinos os matem”

Ryan Jones, de Israel Today
(Jerusalém) Abbas Zaki, um alto funcionário da Autoridade Palestina, concordou nesta semana com muitos cristãos e judeus de que é por intervenção divina que os judeus estão sendo ajuntados na terra de Israel.
Abbas Zaki
Mas, para Zaki, o objetivo final não é a restauração de Israel, mas em vez disso sua extinção.
“Creio que Alá ajuntará [os judeus], para que possamos matá-los,” Zaki disse em programa da TV da Autoridade Palestina.
Continuando, ele acusou os israelenses de não terem “nenhuma religião e princípios, de serem um instrumento avançado do mal.”
Em 2009, Zaki confessou num programa da TV Libanesa que o objetivo final da solução de dois estados é a queda de Israel.
Zaki é membro do Comitê Central da facção Fatá, que governa a Palestina, e atualmente atua, sob o líder palestino Mahmoud Abbas, como comissário de diálogo para o mundo árabe e China.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: Palestinian official: Allah gathering Jews to Israel
Leitura recomendada:

quarta-feira, 12 de março de 2014

Objetivo da Conferência “Christ at the Checkpoint”: Enfraquecer o apoio evangélico a Israel

Financiamento de governos ocidentais possibilita intolerância religiosa contra Israel

NGO Monitor
Jerusalém — Em antecipação da 3ª Conferência “Christ at the Checkpoint,” marcada para ocorrer de 10-14 de março em Belém, NGO Monitor lançou um relatório em inglês: “Christ at the Checkpoint: How the U.S., U.K. and Dutch Governments Enable Religious Strife and Foment Mideast Conflict” (Cristo no Posto de Controle: Como os governos dos EUA, da Inglaterra e da Holanda Possibilitam Brigas Religiosas e Fomentam Conflito no Oriente Médio).
Yitzhak Santis, diretor do projeto BDS in the Pews, disse: “Nossa pesquisa indica que o propósito político da conferência é enfraquecer o apoio dos evangélicos a Israel nos Estados Unidos e outros países. Eles fazem isso fornecendo um palco para deslegitimar o Estado de Israel e rejeitar seus fundamentos históricos, religiosos e legais.”
Os patrocinadores da conferência, o Colégio Bíblico de Belém e a Fundação Terra Santa, têm recebido financiamento direto e indireto dos governos dos Estados Unidos, Holanda e Inglaterra, e de proeminentes instituições religiosas e educacionais.
Conferências anteriores em 2010 e 2012 avançaram a agenda nacionalista palestina dentro das igrejas evangélicas, enquanto simultaneamente revivificavam temas teológicos antissemitas tais como a teologia da substituição.
Os palestrantes dessas conferências anteriores fizeram comentários antissemitas, tais como “Deus está continuando a ter um plano para o povo judeu que Paulo descreve como inimigos do Evangelho…” e “Jesus é a verdadeira videira, não Israel. Ele é o israelita fiel que realizará tudo o que a nação de Israel não conseguiu realizar.” Outros temas anti-judeus promovidos nas conferências “Christ at the Checkpoint” incluem a eliminação da identidade judaica de Jesus e a promoção de uma teoria racial de origens judaicas.
“O financiamento de governos e outras fontes está possibilitando a promoção da intolerância religiosa precisamente quando o que mais se precisa é acalmar as águas nesta região,” disse Santis.
A conferência oferece várias excursões para postos de controle, o “muro da segregação,” uma vizinhança palestina em “Jerusalém Oriental,” bem como encontros com famílias palestinas. Ao que tudo indica, não se organizam visitas às vizinhanças judaicas em Jerusalém nem reuniões com famílias de judeus. Além disso, ao que parece não se organizam visitas aos muitos locais em Jerusalém onde palestinos realizaram ataques terroristas. Com exceção de uma breve visita superficial e formal a um israelense numa colônia da Margem Ocidental, a opinião da grande maioria dos judeus está praticamente ausente. Os únicos participantes judeus aparentemente encontrarão e ouvirão supostos judeus messiânicos.
Para conhecer as metas políticas e patrocinadores da Conferência “Christ at the Checkpoint,” leia o relatório completo em inglês aqui: Christ at the Checkpoint: How the U.S., U.K. and Dutch Governments Enable Religious Strife and Foment Mideast Conflict.
Traduzido por Julio Severo do artigo do NGO Monitor: “Christ at the Checkpoint” Aims to Weaken Evangelical Support for Israel

quinta-feira, 6 de março de 2014

Indicação de Leitura: Bloodlands, Europe Between Hitler and Stalin by Timothy Snyder, professor do Departamento de História da Universidade de Yale. Uma elogiada história do genocídio de 14 milhões de civis praticado em nome de duas utopias (marxismo-socialismo-soviético e nacional-socialismo-nazista), a de classe, por Stalin, e a da raça, por Hitler.

Indicação de Leitura: Bloodlands, Europe Between Hitler and Stalin by Timothy Snyder, professor do Departamento de História da Universidade de Yale. Uma elogiada história do genocídio de 14 milhões de civis praticado em nome de duas utopias (marxismo-socialismo-soviético e nacional-socialismo-nazista), a de classe, por Stalin, e a da raça, por Hitler.

Clique no link abaixo para maiores informações:http://historiareformacional.blogspot.com.br/2014/03/indicacao-de-leitura-bloodlands-europe.html

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Conteúdo Programático: História de Israel - Prof. Luis Cavalcante

 

4ª. Revisão – 28/02/2014 d.C
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
 
Instituição: FTT - FACULDADE TEOLÓGICA DA TRINDADE - http://ftt.ictrindade.com.br
 
Disciplina: História de Israel
Carga horária: 30 horas/aula – 1º. Semestre/2014 d.C
Professor: Luís Cavalcante
Blog da Disciplina: http://historiadeisrael.blogspot.com                               
 
 
EMENTA
 
Analisar e estudar a História de Israel até o Período Intertestamentário sob a ótica bíblico-reformada,  partindo do pressuposto que o ser humano é um ser inerentemente e intrinsecamente religioso. Com auxílio da hermenêutica criação-queda-redenção, ressaltaremos os aspectos políticos, culturais, sociais, econômicos, antropológicos e sociológicos como dimensão e consequências deste ethos religioso. Compreender os vários períodos de formação, desenvolvimento e decadência da nação judaica a partir do pensamento autônomo e pensamento religioso-não-religioso.
 
 
OBJETIVOS
 
- Compreender o estudo da história, a historiografia, na perspectiva reformada, precisa romper com todos os elementos epistêmicos do naturalismo filosófico e suas variáveis pervertidas: deísmo, secularismo, marxismo, niilismo, existencialismo, monismo panteísta oriental, nova era e pós-modernismo (construtivismo, desconstrucionismo, ideologia de gênero, etc...)
- Discernir que os fatos antropológicos, políticos e sociais são oriundos e consequências do ethos religioso.
- Entender a formação e o desenvolvimento da História de Israel como Aliança, Pacto e Amor de Deus com um povo eleito para ser santo; culminando na vida e obra completa de Jesus Cristo pela sua noiva e o entendimento da Igreja como o 'novo Israel', mas, contudo insistimos junto com Paulo, que Israel permanece eleito e ainda tem um futuro na fidelidade de Deus.
- Reconhecer os motivos que levaram a decadência da nação de Israel até a queda de Jerusalém em 70 d.C, não apenas com um fato histórico-político, mas, que o pecado com sua inerência de autossuficiência, prepotência, arrogância e autonomia é a causa de toda decadência moral, social, política, civil e econômica.
Observar a História de Israel como ferramenta para a prática e dinâmica pastoral, social e cultural, fornecendo dados, informações e conhecimentos sobre o comportamento dos homens, das mulheres, das diversas instituições e divino.
- Adquirir uma consciência teísta-teonômica de que DEUS está, realmente, operando a salvação do ser humano no mundo em que vivemos. O Deus de Israel e do A.T não é diferente do Deus de Jesus Cristo e do N.T. É o mesmo DEUS em toda Sagrada Escritura.
 
 
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
 
Tema 1 – Introdução, apresentação do curso, as avaliações, trabalhos e dinâmicas. Introdução e apresentação da disciplina História de Israel.
Tema 2 – O Antigo Testamento: Origem e conteúdo; Transmissão do texto hebraico; Versões e Significado.
Tema 3 – Período dos começos: Narrativa da criação; A queda do homem e suas consequências; Dilúvio: o juízo de Deus contra o homem; O novo começo do homem.
Tema 4 – Era Patriarcal: O mundo patriarcal: Mesopotâmia, Egito, Canaã. Geografia. Narrativa bíblica: Abraão, Isaque, Jacó e José.
Tema 5 – Emancipação de Israel – Eventos contemporâneos: Novo Reino. Religião do Egito. Data do Êxodo. Narrativa bíblica: Opressão movida por Faraó; Preparação de um líder; Contenda com Faraó; Páscoa; Na rota do monte Sinai.
Tema 6 – Religião de Israel – Pacto: Decálogo. Preceitos para uma vida santa. Santuário. Sacerdócio. Oferendas: Holocaustos; Ofertas pacíficas; Ofertas pelo pecado; Ofertas pela transgressão; Ofertas de manjares. Festas e estações determinadas: Sábado; Lua nova e Festa das Trombetas; Ano sabático; Ano de jubileu; Festas anuais: a. Páscoa e Festa dos Pães Asmos; b. Festas das Semanas; c. Festa dos Tabernáculos; d. Dia da Expiação.
Tema 7 – Preparação para a Nacionalidade – Organização de Israel. Peregrinações pelo deserto. Instruções para a entrada em Canaã. Retrospecto e antecipação.
Tema 8 – Ocupação de Canaã – Memórias de Canaã; Era de conquistas: Entrada em Canaã; Conquista; Divisão de Canaã. Governo dos Juízes: Juízes e nações opressoras; Condições religiosas, políticas e sociais.
Tema 9 – Tempos de Transição – Nações vizinhas. Sob a liderança de Eli e Samuel. Primeiro rei de Israel.
Tema 10 – União de Israel sob a Liderança de Davi e Salomão – União e expansão davídicas: Rei de Judá; Jerusalém: capital da nação; Prosperidade e supremacia; Pecado na família real; Retrospecto e expectativa. Era áurea de Salomão: Estabelecimento do trono; Organização do reino; Construção do templo. Extenso projeto de construções. Negócios, comércio e rendimentos; A apostasia e suas consequências.
Tema 11 – Reino Dividido – Cronologia. Datas importantes. Narrativa bíblica. Eventos simultâneos: Reino da Síria e Grande Império Assírio.
Tema 12 – Secessão Nortista. Família real de Jeroboão. Dinastia de Baasa. Governantes da casa de Onri.
Tema 13 – Legalistas do Sul. Reinado de Roboão. Abias continua a idolatria. Asa inicia a reforma. Josafá: o administrador piedoso. Jeorão volta-te à idolatria. Acazias promove o baalismo.
Tema 14 – “Revolução”, Recuperação e Ruína. Dinastia de Jeú: Jeoacaz; Jeoás; Jeroboão II; Zacarias. Últimos reis: Salum; Menaém; Pecaías; Peca; Oseias.
Tema 15 – Judá sobrevive ao imperialismo assírio. Atalia: um reinado de terror. Joás: reforma e relapso. Amazias: vitória e derrota. Uzias ou Azarias: prosperidade. Jotão: política contrária à Assíria. Ezequias: um rei justo. Manassés: idolatria e reforma. Amom: apostasia.
Tema 16 – O desfalecer das esperanças da dinastia davídica. Josias: era de otimismo. Supremacia babilônica: Jeoaquim e Zedequias.
Tema 17 – Judeus entre as Nações. Babilônia: Nabopolassar; Nabucodonosor; Evil-Merodaque; Neriglissar; Nabonido. Pérsia: Ciro o grande; Cambieses; Dario I; Xerxes I; Artaxerxes I; Condições do exílio e esperanças proféticas.
Tema 18 – A Boa Mão de Deus – Jerusalém é restabelecida: Retorno da Babilônia; Instalação em Jerusalém; Novo templo. História de Ester: Judeus na corte persa; Ameaça contra o povo judeu; Triunfo dos judeus. Esdras: o reformador: Retorno de Esdras; Reforma de Jerusalém. Neemias: o governador: Comissionado por Artaxerxes; A missão de Neemias em Jerusalém; Reforma sob a direção de Esdras; Programa e normas políticas de Neemias.
Tema 19 – Interpretação da vida. Jó: o problema do sofrimento. Salmos: a hinologia de Israel. Provérbios: uma antologia de Israel. Eclesiastes: uma investigação da vida. Cantares de Salomão.
Tema 20 – Profetas Maiores e Profetas Menores.
Tema 21 – Aspectos do Período Intertestamentário.
Tema 22 – Para além do exílio. Reconstrução de Jerusalém. Ageu: o promotor do programa de construção. Zacarias: Israel no palco do mundo. Malaquias: advertência profética final.
Tema 23 – REVISÃO
 
AVALIAÇÃO: Mais detalhado nos relatórios de leitura.
 
Textos Bíblicos para desempenho acadêmico de excelência e filosofia educacional deste professor e desta disciplina:
 
Daniel 1.19 - Então, o rei falou com eles; e, entre todos, não foram achados outros como Daniel, Hananias, Misael e Azarias; por isso, passaram a assistir diante do rei. 1.20 - Em toda matéria de sabedoria e de inteligência sobre que o rei lhes fez perguntas, os achou dez vezes mais doutos do que todos os magos e encantadores que havia em todo o seu reino.
 
1 Coríntios 10.31 - Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus.
 
2 Coríntios 10.3-6 – (3) Porque, embora andando na carne, não militamos segundo a carne. (4) Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas, anulando nós sofismas (5) e toda altivez que se levante contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento à obediência de Cristo, (6) e estando prontos para punir toda desobediência, uma vez completa a vossa submissão.
 
Colossenses 3.17 - E tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai. 3.23 - Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens.
 
 
Referências Bibliográficas – BÁSICA
 
BÍBLIA DE ESTUDO DE GENEBRA. The Spirit of the Reformation Study Bible. 2ª. ed. rev. amp. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil; São Paulo: Cultura Cristã, 2009. 
CRAIGIE, Peter C. Deuteronômio: Comentários do antigo testamento. São Paulo: Cultura Cristã, 2013.
HOLWERDA, David E. Jesus e Israel - Uma aliança ou duas? São Paulo: Cultura Cristã, 2005.
MERRILL, Eugene H. História de Israel no Antigo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2005.
SCHULTZ, Samuel J., A História de Israel no Antigo Testamento. 2ª. ed. rev. São Paulo. Edições Vida Nova, 2009.
VAUX, Roland de. Instituições de Israel. São Paulo: Vida Nova, 2004.
 
Referências Bibliográficas – COMPLEMENTAR
 
BRIGHT, John. História de Israel. São Paulo: Edições Paulinas, 1980.
DOUGLAS, J. D. O Novo Dicionário da Bíblia. 2 vol. São Paulo, Vida Nova, 1986.
FOHRER, Georg. História da Religião de Israel. São Paulo: Academia Cristã, Paulus, 2006.
FRAME, John M. A doutrina da vida cristã: Como viver num mundo caído em comunhão com o Deus vivo. Como tomar decisões com base na ética. Uma análise da ética ensina na Bíblia, com destaque para os dez mandamentos. Uma abordagem da relação entre Cristo e a cultura humana. São Paulo: Cultura Cristã, 2013.
GERSTENBERGER, Erhard S. (Org.). Deus no Antigo Testamento. São Paulo: ASTE, 1981.
GUNNEWEG, Antonius H. J. História de Israel. São Paulo: Edições Loyola, 2005.
MESQUITA. Povos e Nações do Mundo Antigo. Rio de Janeiro: JUERP, 1995.
OTZEN, Benedikt. O Judaísmo na Antiguidade: A história política e as correntes religiosas de Alexandre Magno até o imperador Adriano. São Paulo. Edições Paulinas, 2003.
RUSSELL, D. S. Entre o Antigo e o Novo Testamentos: O Período Interbíblico. São Paulo: Abba Press, 2007.
SCHELKLE, Karl H; Martin Metzger. História de Israel: A Comunidade de Qumran e a Igreja do Novo Testamento. Vol. 2 . Rio Grande do Sul: Editora Sinodal, 1972.
SIAT, Jeannine. Religiões Monoteístas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2000.
SKARSAUNE, Oscar. À Sombra do Templo. São Paulo: Vida, 2004.
TASSIN, Claude. O judaísmo do exílio ao tempo de Jesus. Coleção Cadernos Bíblicos, 46. São Paulo: Edições Paulinas, 1986.
TOGNINI, Enéas, O Período Interbíblico, São Paulo: Edições Louvores do Coração. 1980.
UNGER, Merril F. Arqueologia do Velho Testamento. São Paulo: IBR, 1989.
 
 
 

Meus Pressupostos Para Pesquisas Acadêmicas e Existência Humana Reformada

 
METODOLOGIA DO ESTUDO E DA PESQUISA TEO-REFERENCIAL e prática a partir dos Fundamentos Bíblico, Cristão e Apostólico e "perspectivismo frameniano" das Cosmovisões Reformada, Calvinista, Puritana, Reformacional e Teonômica:

Gênesis 1.1 - No princípio, criou Deus os céus e a terra. 1.26 - Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra. 1.27 - Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. 1.28 - E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra. 2.15 - Tomou, pois, o SENHOR Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar. 2.18 - Disse mais o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea. 2.24 - Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne. 3.14 - Então, o SENHOR Deus disse à serpente: Visto que isso fizeste, maldita és entre todos os animais domésticos e o és entre todos os animais selváticos; rastejarás sobre o teu ventre e comerás pó todos os dias da tua vida. 3.15 - Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.

JESUS CRISTO - João 1.1 - No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. João 1.2 - Ele estava no princípio com Deus. João 1.3 - Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez. João 1.4 - A vida estava nele e a vida era a luz dos homens. João 3.16 - Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3.36 - Por isso, quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus. João 5.24 - Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida. João 5.39 - Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim. João 6.35 - Declarou-lhes, pois, Jesus: Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede. João 6.47 - Em verdade, em verdade vos digo: quem crê em mim tem a vida eterna. João 6.48 - Eu sou o pão da vida. João 6.51 - Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém dele comer, viverá eternamente; e o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne. João 6.68 - Respondeu-lhe Simão Pedro: Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna; João 8.12 - De novo, lhes falava Jesus, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida. João 8.32 - e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. João 10.10 - O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. João 11.25 - Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; João 14.6 - Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim. João 15.5 - Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. João 17.3 - E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste. Apocalipse 1.8 - Eu sou o Alfa e Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-Poderoso. 21.6 - Disse-me ainda: Tudo está feito. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. Eu, a quem tem sede, darei de graça da fonte da água da vida. 22.13 - Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim.

Apóstolo São Paulo - Colossenses 1.15 - (CRISTO) Este é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; 1.16 - pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele. 1.17 - Ele é antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste. 1.18 - Ele é a cabeça do corpo, da igreja. Ele é o princípio, o primogênito de entre os mortos, para em todas as coisas ter a primazia, 1.19 - porque aprouve a Deus que, nele, residisse toda a plenitude 1.20 - e que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele, reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, quer sobre a terra, quer nos céus. Colossenses 2.2   (...), e eles tenham toda a riqueza da forte convicção do entendimento, para compreenderem plenamente o mistério de Deus, Cristo, 2.3 em quem todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento estão ocultos. 2.4 Assim digo para que ninguém vos engane com raciocínios falazes. 2.8 Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo; 2.9 porquanto, nele, habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade.  2.10 Também, nele, estais aperfeiçoados. Ele é o cabeça de todo principado e potestade. 2.17 - (...); a realidade é Cristo (NTLH). Colossenses 3.16 - Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo; instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus, com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, com gratidão, em vosso coração. 3.17 - E tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai. 3.23 -Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens, I Coríntios 10.4 - Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas, anulando nós sofismas. 10.5 - e toda altivez que se levante contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento à obediência de Cristo, I Coríntios 10.31 - Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus. II Timóteo 3.12 Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos. 3.13 - Mas os homens perversos e impostores irão de mal a pior, enganando e sendo enganados. 3.14 - Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste e de que foste inteirado, sabendo de quem o aprendeste 3.15 - e que, desde a infância, sabes as sagradas letras, que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus. 3.16 - Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, 3.17 a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.

Enriquecidos pelas tradições:
Agostinho de Hipona. Aurélio Agostinho (em latim: Aurelius Augustinus), dito de Hipona, conhecido como Santo Agostinho (Tagaste, 13 de novembro de 354  — Hipona, 28 de agosto de 430), foi um bispo, escritor, teólogo, filósofo e é um Padre latino e Doutor da Igreja Católica. Muitos protestantes, especialmente os calvinistas, mas também os luteranos (basta recordar que Martinho Lutero era inicialmente um sacerdote católico agostiniano), consideramos  como um dos pais teólogos da Reforma Protestante ensinando a salvação e a graça divina.

João Calvino (Noyon, 10 de julho de 1509 — Genebra, 27 de maio de 1564) - Jurista, Teólogo, Pastor e Estadista, como modelo de Piedade Verdadeiramente Acadêmica e Intelectual. Fundador da Universidade de Genebra em 1559 com o nome de Academia de Genebra.
 
Abraham Kuyper (1837-1920) – Teólogo, Pastor, Educador, Jornalista e Estadista. Fundador da Universidade Livre de Amsterdam em 1880 e Primeiro-Ministro da Holanda entre os anos de 1901 até 1905. Mentor da tradição neo-calvinista do Senhorio de Cristo sobre todas as dimensões e esferas da vida humana - http://abrahamkuyper.blogspot.com

Klaas Schilder (1890-1952), é o maior teólogo cultural do círculo de reformadores desde o tempo de Kuyper, apesar de diferir de Kuyper na doutrina da graça comum, que substitui pela doutrina do mandado comum. Ele tem chamado homens de volta para a ênfase calvinista na Palavra e em sua autoridade em todas as áreas da cultura do homem. Em oposição a Hegel, que identifica DEUS com a História, Schilder defende que o céu sempre proclama a ideia fundamental de que DEUS e a criatura são distintos. Não há antítese entre DEUS e natureza; a antítese, porém, está dentro do universo, entre pecado e graça, entre CRISTO, o Restaurador do mundo de DEUS, e o anticristo, que se õpõe à obra de DEUS na História. Shilder defende que CRISTO permanece no centro da história e significa tudo após sua exaltação. CRISTO, é a chave para a cultura. CRISTO é a única fonte verdadeira da cultura.

Herman Dooyeweeerd (1894-1977) – Jurista Reformado e Filósofo Calvinista - mentor pelo desenvolvimento da "Filosofia da Ideia Cosmonômica" ou "Filosofia Reformacional" - http://hermandooyeweerd.blogspot.com

Cornelius Van Til (1895-1987) – Pastor Presbiteriano, Teólogo e Filósofo Reformado – Mentor do "Transcendentalismo Reformado" ou "Pressuposicionalismo Reformado" - http://transcendentalismoreformado.blogspot.com

Gordon Haddon Clark (1902-1984) - Teólogo e Filósofo Reformado – Mentor do "Racionalismo Cristão" ou "Pai da Filosofia do Escrituralismo", conhecido como o "Agostinho da América"- http://gordonhaddonclark.blogspot.com
- "Epistemologia Reformada" ou "Nova Epistemologia Reformada" ligado aos nomes dos filósofos como Alvin Plantinga (1932-) http://alvinplantinga.blogspot.com/ e Nicholas P. Wolterstorff (1932-) http://nicholaswolterstorff.blogspot.com/
- Francis Schaeffer (30 de janeiro de 1912 - 15 de maio de 1984) - foi um teólogo cristão evangélico americano , filósofo e pastor presbiteriano. Tornou-se famoso por seus escritos e pela criação da comunidade L’Abri (do francês, "O Abrigo"), na Suíça. Opondo-se ao modernismo teológico, à chamada neo-ortodoxia, Schaeffer defendia uma fé baseada na tradição protestante e um enfoque pressuposicional na apologética cristã. http://francisschaeffer.blogspot.com/
- Rousas John Rushdoony (25 de Abril de 1916 – 8 de Fevereiro de 2001) foi um pastor presbiteriano, filósofo, historiador e teólogo calvinista e é considerado o pai da “Reconstrução Cristã” e uma inspiração para o movimento moderno de homeschool cristão e o Teonomismo (Teonomia).  Seus escritos prolíficos têm exercido influência considerável sobre o deenvolvimento de uma Direita Cristã Inteligente.
- John Frame - Professor de Teologia Sistemática e Filosofia no Seminário Teológico Reformado. O Dr. Frame é um filósofo e um teólogo calvinista, especialmente conhecido por seu trabalho em apologética epistemológica e pressuposicional – também de teologia sistemática e ética. Ele é um dos intérpretes e críticos mais importantes do pensamente de Cornelius Van Til e suas publicações incluem Van Til the TheologianThe Doctrine of the Knowledge of God, Medical EthicsApologetics to the Glory of GodCornelius Van Til: An Analysis of His Thought entre muitos outros. (N.E. alguns livros de John Frame já estão traduzidos para o idioma português como “Apologética para a glória de Deus” e “A doutrina do conhecimento de Deus”. Veja mais obras do autor em português aqui).
 
Luis Cavalcante - Tels.: (11) 9 5475-3352 (Tim) / 9 6706-5939 (Oi) / 9 4227-5943 (Vivo)
 
Professor Universitário e Consultor em Inteligência Financeira e Estratégia Empresarial;
Contabilista (Arujá/SP) e Teologia (IBAD);
Bacharel em Ciências Econômicas (UBC/UFPE/UNISANTANNA) – ( http://economiareformacional.blogspot.com );
Especializações: Administração (UNISA) – ( http://administracaoreformacional.blogspot.com );
Educação (UNINOVE) – ( http://sofismasnaeducação.blogspot.com ) ;
Filosofia, Sociologia e Religião (UBC)
Cursei o Mestrado em Ciências da Religião pela Universidade Presbiteriana Mackenzie
Presbítero da Igreja Presbiteriana de Osasco (IPB) – ( http://cultura-calvinista.blogspot.com );
Professor na FTT - Faculdade Teológica da Trindade ( http://ftt.ictrindade.com.br ) e diversas instituições.
 
PERFIL PROFISSIONAL
 


SOLI DEO GLORIA – SOLA SCRIPTURA – SOLA GRATIA – SOLA FIDE – SOLUS CHRISTUS

Missão: Desenvolver pessoas e organizações com habilidades e competências para poupar, investir, empreender, gerar renda e lucro com sustentabilidade a partir de uma filosofia teo-referente.
 
 
 
 
 
 

 

4ª. Revisão – 28/02/2014 d.C
 
RELATÓRIO DE LEITURA
 
Instituição: FTT - FACULDADE TEOLÓGICA DA TRINDADE - http://ftt.ictrindade.com.br
 
Disciplina: História de Israel  - Carga horária: 30 horas/aula – 1º. Semestre/2014 d.C
Professor: Luís Cavalcante  E-mail: prof.luiscavalcante@bol.com.br
Blog da Disciplina: http://epistemologiadoantigotestamento.blogspot.com                               
 
Nome do Aluno: _____________________________________
E-mail: _____________________________________________
Telefones e Operadoras: _____________________________
Data Nasc.: ____/____/____
 
AVALIAÇÃO:
 
Entrega individual dos relatórios de leituras conforme tabela abaixo:

 
 
 
ANEXAR O RELATÓRIO: Relatório de Resumo em 2 linhas de Cada Aula da Disciplina: HISTÓRIA DE ISRAEL
 
Leitura complementar e válida somente após as realizações de todas as atividades acima:
 
Deus endureceu o coração de pedra de Faraó
 
Por Que o Mundo Socialista Deseja Exterminar Israel?
 
Aiatolá: Matem todos os judeus, aniquilem Israel
 
Estaria o Holocausto prestes a se repetir?
 
Entebbe: A solitária e surpreendente luta de Israel contra o terrorismo
 
Para os cristãos que rejeitam Israel…
 
Quem afinal precisa de Israel?
 
Israel moderno: o maior milagre da história humana?
 
Por que todos os cristãos precisam abraçar Israel
 
 
 
 
 
 
 
DECLARAÇÃO
 
 
 
 
 
 
 
Eu, ________________________________________________________________, declaro diante de DEUS a veracidade destes relatórios de leituras conforme preenchido acima.
 











 
 
Na Verdade de Cristo,
 
 
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