sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

(Vídeo) - O Melhor Documentário sobre a História de Israel e do povo judeu




Publicado em 03/04/2012
          
POR QUE HITTLER NÃO CONSEGUIU ATINGIR SEUS OBJETIVOS DE EXTERMINAR OS JUDEUS?

HITTLER TENTOU EXTERMINAR O POVO JUDEU, MAS NÃO PÔDE. PESA SOBRE ESSE POVO A PALAVRA PROFÉTICA.

A PROFECIA ROMPE PELA HISTÓRIA ASSIM COMO UM ROLO COMPRESSOR:

"Assim diz o Senhor, que designou o sol para brilhar de dia, que decretou a lua e as estrelas para brilharem de noite. Somente se esses decretos desaparecerem de diante de mim, declara o Senhor, SE ALGUM DIA FALHAREM ESTAS LEIS FIXAS QUE EU DETERMINEI PARA O UNIVERSO, então, também deixará a descendência de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre"
(Jr 31.35-37)


O PLENO CUMPRIMENTO DAS PROFECIAS BÍBLICAS SOBRE ISRAEL, JERUSALÉM E OS JUDEUS, É A PROVA INCONTESTÁVEL DA EXISTÊNCIA DE DEUS, E DA VERACIDADE BÍBLICA.

Melhor documentário sobre a história da nação judaica, o fiel e incrível cumprimento das profecias sobre este povo, a Grande Tribulação, O Antricristo, Armagedom, a animosidade dos povos muçulmanos islâmicos... Israel e os conflitos no Oriente Médio

Em 1948 as Nações Unidas (ONU) adotou a sua resolução 181, criando o Estado de Israel na Palestina, dando aos judeus apenas 18% do território que sempre lhes pertencera por direito, e os outros 82% foi destinado aos árabes. Isto pode parecer pouco e injusto, mas para os judeus, que sofriam com o antisemitismo em todo mundo, isso era um presente sem par. Mas os árabes (nãos os palestinos em si, mas todas as demais nações árabes) se recusaram e requiseram todo o território palestino para si. Assim se iniciou o conflito árabe no Oriente Médio.

No entanto, a mídia e as grandes nações procuram não desagradar nem contrariar as comunidades árabes porque estes povos dominam o mercado de petróleo mundial.

O cumprimento das profecias para o estabelecimento do Estado de Israel; o antissemitismo, e as profecias a respeito da Segunda Vinda do Messias.

Israel, o relógio profético e a última hora.

Veja mais:

Invenções de Israel: muito mais que você imagina
http://juliosevero.blogspot.com.br/20...

O que todo cristão precisa saber sobre Israel
http://juliosevero.blogspot.com.br/20...

Israel moderno: o maior milagre da história humana?
http://juliosevero.blogspot.com.br/20...
http://juliosevero.blogspot.com.br/20...
http://juliosevero.blogspot.com.br/20...

Por que todos os cristãos precisam abraçar Israel

Exclusivo: Joseph Farah luta contra os que buscam “deslegitimar” as profecias da Bíblia
Joseph Farah
Acho preocupante e desconcertante quando vejo cristãos que sugerem que Israel não tem mais importância ou conexão com a fé deles. Vamos examinar a argumentação da Bíblia em favor da volta dos judeus à sua pátria, volta que não só a Bíblia prediz, mas também ordena. Manda. Sem o cumprimento das profecias, a fé cristã em si é castrada.
 
* “Com certeza Yahweh demonstrará sua compaixão para com Jacó; ele tornará a escolher Israel e estabelecerá seu povo em seu próprio território. Os estrangeiros se unirão a eles e farão parte da descendência de Jacó. Pessoas de várias nacionalidades irão com os israelitas para o seu território, a terra de Yahweh. E a descendência de Israel possuirá os povos como servos e servas na terra do SENHOR. Farão escravos aqueles que antigamente eram seus donos, e dominarão sobre aqueles que antes foram seus opressores.” (Isaías 14:1-2 KJA)
* “Assim, confirmarei o juramento que fiz a vossos pais de dar-lhes uma terra que jorra leite e mel, exatamente a terra que possuis hoje!’” Então respondi: ‘Amën’ é verdade, ó SENHOR!” (Jeremias 11:5 KJA)
* “Porque assim declara Yahweh, o Soberano Deus: Eu mesmo buscarei as minhas ovelhas e delas cuidarei pessoalmente. Assim como o pastor busca as ovelhas dispersas quando dedica-se ao cuidado do rebanho, também tomarei contra das minhas ovelhas. Eu as livrarei de todos os lugares para onde foram dispersas, no Dia de nuvens ameaçadoras e de trevas. Eu as farei sair do meio das outras nações e as reunirei, trazendo-as dos outros povos e regiões para viverem em sua própria terra. Então as apascentarei no alto dos montes de Israel, nos vales e em todos os povoados do país.” (Ezequiel 34:11-13 KJA)
* “Pois os israelitas ficarão muito tempo absolutamente solitários: sem rei, sem príncipe, sem sacrifício e suas coluna sagradas ao deus Baal, sem efód, o colete sacerdotal e também sem os terafins, os ídolos do lar. Contudo, passados esses dias, o povo de Israel retornará e se empenhará em buscar a Yahweh Elohim, e ao descendente de Davi, seu rei. E, nos últimos dias, eles correrão aflitos e tremendo atrás de Yahwehe das suas bênçãos!” (Oséias 3:4-5 KJA)
* “Então trarei de volta Israel, o meu povo expatriado terá nova sorte, eles haverão de reconstruir as cidades a partir de suas ruínas e nelas habitarão em paz. Plantarão vinhas e beberão do seu bom vinho; cultivarão pomares e comerão do seu fruto. Assim haverei de plantá-los no seu território, para nunca mais serem desarraigados da terra que lhes outorguei!” Assegura Yahweh, o seu Elohim, Deus.” (Amos 9:14-15 KJA)
* “Contudo, no alto do monte Tsión, Sião, haverá livramento, e lá estarão todos os que escaparam; e ele será santo, e a descendência de Jacó possuirá a sua herança.” (Obadias 1:17 KJA)
* “Nessa época, atuarei severamente contra todos os que te oprimem; salvarei os aleijados e ajuntarei todos os dispersos. Farei com que sejam honrados e respeitados em toda a terra onde foram envergonhados. Então, naquele tempo vos reunirei; naqueles dias, Eu mesmo vos trarei de volta para casa. Eu vos darei a honra e o reconhecimento entre todos os povos da terra; quando, enfim, Eu restaurar a vossa sorte e trouxer vossos cativos de volta, diante dos teus próprios olhos!” Garante Yahweh, o SENHOR.” (Sofonias 3:19-20 KJA)
* “Assim garante o Eterno Soberano: “Salvarei minha gente, libertando-os das terras do Oriente e das terras do Ocidente. Eis que Eu os trarei, e eles habitarão em Jerusalém; eles serão o meu povo, e Eu serei o seu Elohim, Deus, em ‘emeth: verdade, lealdade e justiça!” (Zacarias 8:7-8 KJA)
Eu poderia continuar mostrando muitos outros versículos. Aliás, em Jeremias 23:7-8, temos a promessa de que esse reajuntamento dos judeus em Israel será um dia visto como um milagre maior do que o Êxodo: “Portanto, vêm dias”, diz Yahweh, “em que não mais se dirá: ‘Juro pelo Nome do SENHOR, que tirou os israelitas da terra do Egito; mas se dirá: ‘Juro em o Nome do SENHOR, que trouxe os descendentes de Israel da terra do Norte e de todas as nações para onde os deportou.’ E eles viverão na sua própria terra e herança!”
Ainda muito mais importante para os cristãos, porém, é o fato de que nossa própria salvação ocorre por meio das promessas aos judeus. É por isso que é tão chocante para mim que encontremos esse tipo de ilegitimação dos profetas vindo da igreja. Veja Romanos 11. Conforme Paulo escreveu, pela fé em Jesus, ou Yeshua, um judeu, somos “enxertados” nessas promessas.
O que é também interessante é Isaías 11, que profetiza ainda outro ajuntamento dos judeus na terra prometida — um ajuntamento que acompanhará a volta do Messias, que os cristãos conhecem como Jesus, ou Yeshua, Seu nome hebraico.
A propósito, a Bíblia deixa também claro isto: Quando Yeshua voltar, será para Israel (Zacarias 14:4).
E quando Ele voltar, todo o Israel será salvo (Romanos 11:26).
Quanto da Bíblia você está disposto a ignorar? Afinal, os cristãos não aceitam Jesus, ou Yeshua, como o Salvador do mundo e o Filho de Deus porque Ele cumpriu as profecias? Por que na Terra faríamos alegorias das profecias da Bíblia sobre a volta dos judeus a Israel?
O que vemos hoje no Estado de Israel é outro cumprimento necessário — aliás, um cumprimento espetacular — necessário para a volta do Messias, ou o Cristo. O que vemos em Yeshua é o cumprimento pessoal de tudo o que os profetas predisseram com relação à salvação.
Por que alguém que se considera cristão buscaria deslegitimar essas profecias?
Por que alguém que se considera cristão buscaria negar as palavras dos profetas — os mesmos profetas que predisseram a vinda de nosso Salvador e Sua volta?
Qual é a base da fé cristã sem as palavras dos profetas?
Deus é o mesmo ontem, hoje e amanhã. Ele não renega Suas promessas. Sua aliança com os filhos de Abraão é eterna, e a base da fé cristã é compreender que nós, os gentios, somos “enxertados” nessa promessa por meio do sangue de Yeshua.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: Why all Christians should embrace Israel

Israel moderno: o maior milagre da história humana?

Exclusivo: Joseph Farah repreende os cristãos que não são gratos pelo fato de que o Salvador é judeu

Se você acredita na Bíblia, como eu acredito, o retorno de Israel como nação depois de 2.000 anos é um milagre maior do que o milagre que ocorreu com a saída do povo de Israel do Egito.
É isso o que Deus diz em Jeremias 16:14-15:
“Portanto, eis que dias vêm, diz o SENHOR, em que nunca mais se dirá: Vive o SENHOR, que fez subir os filhos de Israel da terra do Egito”.
“Mas: Vive o SENHOR, que fez subir os filhos de Israel da terra do norte, e de todas as terras para onde os tinha lançado; porque eu os farei voltar à sua terra, a qual dei a seus pais.”
Pense nisso.
A restauração da nação de Israel em 1948 e o ajuntamento dos judeus dispersos de todas as partes do mundo é um milagre maior do que todos os seguintes milagres:
* a divisão do mar Vermelho;
* o maná do céu;
* a água das rochas;
* a entrega da lei no monte Sinai.
Penso que a maioria dos cristãos e judeus do século 21 não aprecia de modo pleno o que significa serem testemunhas de tal milagre estupendo.
Às vezes quando lemos a Bíblia zombamos da cegueira que o povo do passado demonstrava para o que estava ocorrendo na época. Mas acho que somos tão culpados quanto eles — talvez até mais.
O milagre do ajuntamento é maior do que os milagres da saída do povo de Israel do Egito. Quem diz isso não sou eu. É o Senhor quem diz isso. E é um milagre que tivemos o privilégio de experimentar de primeira mão. Mas esse privilégio vem com uma responsabilidade — a responsabilidade de reconhecer o que Deus está fazendo e reconhecer sem demora que foi uma obra poderosa.
Os Estados Unidos têm hoje muitos cristãos que não entendem isso. Eles não estão ficando do lado dos filhos de Israel, nossos irmãos cuja aliança experimentamos e vivemos pela virtude de sermos enxertados, como Paulo explica no livro de Romanos.
Os cristãos que não mostram gratidão por estarem conectados a esse milagre são cristãos que em última análise não são gratos pelo presente da salvação e redenção oferecido ao mundo inteiro. Eles não são completamente gratos por quem é seu Senhor e Salvador — por que Ele veio e que Ele está voltando!
 
Eles não são gratos pelo lugar que Ele escolheu para voltar.
Ele não estará indo para Washington, D.C., para governar o mundo. Ele estará indo para Jerusalém.
Quando e por que Ele estará vindo? Ele estará vindo num tempo em que Israel estará enfrentando desastre, e Ele estará vindo para salvar Israel.
A teologia da substituição não é apenas uma teologia perigosa. É uma teologia rasa — é uma teologia que tentou interpretar a maior parte da Bíblia como irrelevante e retratar Deus como um quebrador de alianças que muda de ideia e até Sua personalidade.
Mas hoje boa parte das igrejas está confusa sobre quem somos como crentes e a rica herança bíblica que serve como o alicerce da nossa fé e nossa esperança.
Alguns cristãos não têm certeza se nosso Salvador estará mesmo voltando — sem mencionar que duvidam que Ele estará voltando para salvar e preservar Israel.
Alguns cristãos estão confusos sobre se o moderno milagre de Israel é verdadeiramente uma manifestação profética.
Alguns cristãos até veem mais conexão entre sua fé e o islamismo do que veem entre sua fé e o judaísmo, muito embora o Cristianismo não faça sentido fora do contexto da promessa messiânica do Deus de Abraão, Isaque e Jacó.
Cabe a todos nós como crentes ler e estudar as ricas e abundantes passagens das Escrituras que lidam com a Segunda Vinda, pois suspeito que haverá crentes despreparados e pegos de surpresa.
Muitas pessoas não compreenderam nem enxergaram a primeira vinda dEle porque estavam antecipando um rei conquistador. Suspeito que muitos cristãos não reconhecerão o rei conquistador quando Ele voltar porque estarão antecipando, em vez disso, um servo sofredor.
O que Yeshua vai fazer quando voltar?
A Bíblia nos diz que Ele estará voltando para fazer justiça. Suas vestes estarão com manchas de sangue. Ele vai destruir nações. Ele vai impor Sua vontade com vara de ferro.
Estamos preparados para esse Yeshua?
Ele vai julgar indivíduos e nações, conforme lemos em Mateus 25. As nações serão divididas em nações de ovelhas e nações de bodes em grande parte com base no modo como trataram Seu precioso Israel.
Ele abençoará aqueles que abençoam Israel e amaldiçoará aqueles que o amaldiçoam.
Nossa fé cristã — e nossa própria redenção — foi construída num alicerce de promessa feita pelo Deus de Abraão, Isaque e Jacó. Sem uma compreensão e apreciação dessa conexão, nossa fé nem faz sentido. Nosso Salvador não apareceu de repente certo dia em Belém 2.000 anos atrás sem nenhuma expectativa. Ele veio como o messias judeu há muito tempo esperado, o Rei dos Judeus, da linhagem de Davi, e Ele no final reinará no trono de Davi por 1.000 anos no futuro.
A propósito, Ele não veio para começar uma nova religião chamada Cristianismo. Ele veio para cumprir a lei e os profetas e oferecer salvação aos judeus e aos não judeus igualmente.
 
Se você crê que a Bíblia é a infalível Palavra de Deus, você também reconhecerá que quando Ele voltar você, eu e outros crentes vamos guardar o Sábado e observar a Festa dos Tabernáculos. Estaremos visitando Jerusalém regularmente — e se não visitarmos, não haverá chuva alguma. Acho que alguns cristãos vão ficar chocados com o fato de que, no reino de mil anos, o centro de nossa vida será Israel.
Quantos cristãos nos Estados Unidos hoje realmente compreendem a realidade de que nosso Deus e Salvador é judeu? Ele não estará comendo sanduíches de presunto nas lanchonetes das igrejas.
Quantos de nós O reconheceremos quando Ele voltar?
Traduzido por Julio Severo do artigo de WND: Modern Israel: Greatest miracle ever?

Quem afinal precisa de Israel?


Quem afinal precisa de Israel?



Pat Boone
A pergunta acima, literalmente ou por insinuação, está sendo muito divulgada em nossos dias, enquanto indivíduos e governos procuram desesperadamente soluções permanentes no Oriente Médio.
Muitos líderes políticos europeus e americanos — tendo ouvido as manifestações e a determinação de limpar Israel da face da terra, vindas de tipos como Yasser Arafat (da “Palestina”), Osama bin Laden (Arábia Saudita), Saddam Hussein (Iraque) e Mahmoud Ahmadinejad (Irã) e tantos outros indivíduos poderosos na região — estão chegando perigosamente ao ponto de decidir que o minúsculo país de Israel é o “espinho” da ordem mundial.
O pensamento lógico seguinte é: “Quem precisa de Israel? Deixem que seja eliminado, deixem que sua população seja dispersa (ou tenha outro destino), e o Oriente Médio poderá confortavelmente se estabelecer numa harmoniosa comunidade islâmica de nações. Problema resolvido!”
Que absurdo. Que cegueira suicida.
Acabo de chegar de um evento importantíssimo na capital dos Estados Unidos. Uma organização chamada Christians United for Israel (Cristãos Unidos por Israel), reuniu 4.000 pessoas de todos os 50 estados em vários dias de sessões de instruções e estratégias, culminando num comício estimulante e poderoso no Centro de Convenções de Washington DC apresentando líderes judeus e os maiores líderes evangélicos celebrando as coisas que temos em comum e os laços que nos unem. No dia seguinte, vários milhares dos participantes se espalharam por Washington, fazendo lobby virtualmente com todos os deputados federais e senadores em favor de Israel e sua soberania.
Por que? Será que só nós não conseguíamos enxergar que todo esse esforço era inútil ou que estávamos nos preocupando desnecessariamente? Só nós não conseguíamos ver que o mundo seria melhor se Israel não existisse?
Não, todos nós vemos claramente que o mundo precisa de Israel. O mundo inteiro.

O que estou querendo dizer? Pense:
Israel, o centésimo menor país do mundo, com menos de um milésimo da população mundial, pode se orgulhar de muitos avanços surpreendentes na sociedade em quase todas as áreas!
O novo processador multi-core da Intel foi completamente desenvolvido em instalações localizadas em Israel. E o telefone celular, que hoje praticamente todo o mundo usa, foi desenvolvida em Israel pela Motorola, que tem o seu maior centro de desenvolvimento nesse pequeno país.
A tecnologia de voz por Protocolo de Internet (VoIP) foi originada em Israel.
O AirTrain JFK — o labirinto de trilho ferroviário de 13 km que liga o Aeroporto JFK ao trânsito de massa da Cidade de Nova Iorque — é protegido pelo sistema de vigilância Nextiva, desenvolvido em Israel.
Bill Gates chama Israel de “um importante competidor no mundo da alta tecnologia”; a maior parte do sistema operacional Windows NT foi desenvolvido pela Microsoft de Israel; a tecnologia do chip Pentium MMX foi projetada em Israel pela Intel; tanto a Microsoft quanto a Cisco construíram suas únicas instalações R&D fora dos EUA em Israel; e, com mais de 3.000 empresas de alta tecnologia, Israel tem a concentração mais elevada de empresas de alta tecnologia no mundo fora do Vale do Silício.
Entenda o seguinte fato: Israel lidera o mundo no número de cientistas e técnicos na força de trabalho, com 145 por 10.000 habitantes, em comparação com os EUA, que têm 85; 70 no Japão e menos de 60 na Alemanha. Com mais de 25 por cento de sua força de trabalho empregada em profissões técnicas, Israel lidera em primeiro lugar nessa categoria também!
Os exemplos não param.
O Instituto Weizmann de Ciência foi votado como “a melhor universidade do mundo para os biólogos conduzirem pesquisas”. Os pesquisadores de Israel…
…descobriram o gatilho molecular que provoca a sarna.
…desenvolveram o vazamento Ex-Press que dá alívio aos que sofrem de glaucoma.
…descobriram um teste de sangue que diagnostica ataques de coração — pelo telefone!
…descobriram uma combinação de estímulos elétricos e quimioterapia que faz com que as metástases cancerígenas desapareçam — e desenvolveram a primeira instrumentação de diagnóstico, totalmente computadorizada e sem radiação, para exames de câncer de mama!
…projetaram o primeiro sistema de vôo que protege aviões de passageiros e de carga contra ataques de mísseis.
…desenvolveram a primeira câmera de vídeo ingestível — tão minúscula que cabe numa pílula — usada para ver o intestino fino a partir de dentro, dando aos médicos a oportunidade de diagnosticar problemas digestivos e câncer!
…aperfeiçoaram um novo dispositivo que ajuda diretamente o coração a bombear sangue, uma inovação com o potencial de salvar vidas entre as pessoas que têm insuficiência cardíaca congestiva, sincronizando as operações mecânicas do coração por meio de um sistema sofisticado de sensores.
Essas são apenas algumas das contribuições recentes de Israel para o bem-estar do mundo.
Não dá para enumerar aqui o número enorme de invenções em Israel. Falta de água, aquecimento global, viagem espacial, antivírus, antivaríola, pressão sanguínea, energia solar, paralisia, diabete, armazenamento de dados — esses e centenas mais — estão sendo estudados pelos cientistas de Israel. Eles são pioneiros na pesquisa de DNA, usando finíssimos fios para criar transistores humanos que podem literalmente se construir — e desempenhando um papel importante na identificação de um gene defeituoso que provoca uma doença rara e geralmente fatal em bebês árabes!
Quem é que precisa de Israel? A pergunta certa é: quem é que não precisa de Israel?
Israel produz, de longe, mais jornais científicos per capita do que qualquer nação; tem o maior número de empresas se abrindo no mundo inteiro, só perdendo para os EUA; é número 1 no mundo nos fundos de empresas emergentes, financiando todos esses avanços; sua economia de 100 bilhões de dólares é maior do que toda a economia de seus vizinhos próximos juntos; e Israel é a única democracia liberal no Oriente Médio.
E embora mantenha, de longe, os mais elevados padrões de vida normal e renda per capita, ganhando até mesmo dos padrões da Inglaterra, Israel é a nação que mais absorve imigrantes na terra, proporcionalmente à sua população. É realmente uma maravilha sem paralelo em nosso tempo.
Aonde quero chegar com tudo isso?
Simplesmente que a própria idéia de eliminar ou mesmo desalojar Israel de sua pátria histórica é suicídio para o resto do mundo, não apenas para seus vizinhos árabes. Embora haja sinistras conseqüências bíblicas pronunciadas sobre aqueles que “amaldiçoam Israel”, há também bênçãos maravilhosas prometidas aos que “abençoam” Israel — e nós estamos vendo essas bênçãos reais, práticas e humanitárias se espalharem pelo mundo, abençoando toda a humanidade.
Pare apenas por um segundo e imagine um mundo hoje que jamais conhecesse Israel. E então vá mais além: Considerando os padrões de vida, ideologias e atitudes israelenses para com todos os que ousam discordar deles, imagine como seria nosso mundo se os inimigos de Israel governassem o mundo. Você preferiria viver num Irã, Iraque, Síria ou Afeganistão? Ou Israel?
Quem precisa de Israel? Vamos ser honestos. Todos nós precisamos.
Pat Boone, descendente do lendário Daniel Boone, já foi cantor de paradas de sucesso, estrela de seriados de TV, artista de Hollywood e escritor durante meio século. Ele é conhecido no Brasil pelo clássico filme A Cruz e o Punhal, onde ele fez o papel do Rev. David Wilkerson. Durante a era clássica do rock & roll na década de 1950, ele vendeu mais discos do que qualquer cantor, exceto Elvis Presley. Para conhecê-lo melhor, visite seu site em inglês.
Traduzido e adaptado por Julio Severo do artigo do WND: Who needs Israel anyway?
Leitura recomendada:
 
 

Para os cristãos que rejeitam Israel…

Exclusivo: Joseph Farah desmascara “doutrina maligna” se enraizando na igreja

Compreendo por que Israel é cada vez mais odiado pelo resto do mundo.
Compreendo mesmo.
Compreendo o crescente antissemitismo nos EUA e no mundo inteiro.
Se você é um cristão ou judeu que crê na Bíblia, isso não é mistério.
Aliás, isso foi predito.
O que não entendo é por que alguns cristãos professantes rejeitam Israel. Pois rejeitar os judeus e sua nação é rejeitar o próprio alicerce do Cristianismo. Até mesmo ser morno no que se refere aos judeus e Israel é fundamentalmente rejeitar a oliveira na qual fomos enxertados como um galho de oliveira brava, conforme explica Romanos 11:24.
O que muitos cristãos de hoje testemunharam como o renascimento de Israel em sua vida é descrito na Bíblia como um milagre maior do que a divisão do mar Vermelho, o maná do céu, a entrega da lei no monte Horebe e todas as outras obras de Deus associadas com o Êxodo e a entrada dos filhos de Israel na Terra Prometida. É isso o que aprendemos em Jeremias 23:7-8.
Contudo, uma doutrina maligna conhecida como Teologia da Substituição, em todo aspecto tão repugnante quanto a Teologia da Libertação, se enraizou na igreja. Lamento dizer, mas você tem de descartar ou alegorizar boa parte da Bíblia para adotar uma dessas opiniões e ainda se chamar de cristão.
Enquanto isso, crianças judias estão sendo executadas a sangue frio e sendo filmadas na França. Alguns dos “cristãos” mais conhecidos nos EUA estão tentando encontrar pontos em comum com os muçulmanos, que afirmam que adoram o mesmo deus. Boicotes a Israel estão sendo organizados por pessoas que afirmam ser cristãs. A ONU continua a aprovar mais resoluções contra Israel do que contra todo o resto das nações do mundo juntas. O mundo assiste de braços cruzados enquanto um país que jurou aniquilar Israel e os judeus do mundo prepara armas nucleares e sistemas de lançamento de mísseis. E você sabe que o mundo condenará Israel se Israel levantar um dedo para se proteger.
Tenho um problema com isso.
Tenho um problema porque vejo cristãos demais do lado errado ou em cima do muro.
O antissemitismo é extremamente venenoso em nosso mundo hoje. Está alcançando proporções nunca vistas desde o Terceiro Reich.
Onde está a igreja?
Obviamente, não está lendo a Bíblia.
A Palavra de Deus não só predisse o retorno dos judeus a Israel, mas também prediz que o caminho para Jerusalém se tornaria uma pedra incômoda para o mundo inteiro (Zacarias 12:3).
Mas também prediz que Israel triunfará sobre toda a adversidade e que as pessoas e as nações serão julgadas sobre como trataram Israel (Miquéias 4) — a menina dos olhos de Deus (Zacarias 2:8).
O mundo odeia Israel porque seu príncipe odeia Israel (João 16:11).
Mas e quanto aos cristãos?
Será que eles têm lido a Bíblia?
Em parte alguma de suas páginas, a Bíblia indica que a “igreja” substituiu as promessas de Israel. Aliás, a Bíblia declara categoricamente o oposto. Deus não muda de ideia. Ele é o mesmo ontem, hoje e amanhã. Os cristãos têm suas promessas apenas porque foram adotados como filhos adotivos de Abraão, Isaque e Jacó por meio da fé no Messias judeu.
Esse é um estudo da Bíblia que pode com facilidade ser longo. Mas permita-me concluir com Isaías 62:
Por meu amor misericordioso para com Sião, não deixarei de agir, por compaixão a Jerusalém não descansarei enquanto a sua justiça não resplandecer como o romper da aurora, e a sua salvação como as chamas de uma grande tocha.
(Isso significa que Deus nunca vai desistir de Israel.)
Eis que as nações contemplarão a sua justiça, e todos os reis e governantes da terra, a sua glória; tu, ó Israel, serás chamada por um novo nome que a própria boca de Yahweh te conferirá!
Serás um maravilhoso diadema nas mãos do Eterno, uma coroa real na mão do seu Deus.
Ó Israel, tua terra não mais será chamada “Desprezada” nem “Abandonada”. Tu serás honrada e chamada Hefzibá, O Meu Prazer Nela Está; e sua terra: Beulá, Casada, porquanto o SENHOR terá grande prazer em ti, e a tua terra estará desposada!
Do mesmo modo como um jovem se casa com sua noiva, assim teus filhos se casarão contigo; e, da mesma maneira como o noivo se alegra da noiva, assim também o teu Deus se alegrará de ti.
Ó Jerusalém, coloquei sentinelas sobre os teus muros, que jamais deixarão de estar atentos, dia e noite, sem descansar. Para vós, vigias, que clamais incessantemente a Yahweh, não há trégua!
Também não deixes que o Eterno descanse, até que tenha reconstruído Jerusalém, fazendo dela uma cidade elogiada no mundo todo.
Yahweh jurou pela sua destra e pelo seu braço forte: “Não tornarei a dar o teu trigo como alimento aos teus inimigos, nem os estrangeiros tornarão a beber do teu vinho, aquele com que tu te afadigaste produzindo.
Entretanto, aqueles que ceifaram o trigo o comerão, louvando a Yahweh, aqueles que juntaram as uvas delas beberão alegremente nos pátios do meu Templo, os meus átrios sagrados!”
Passai, passai pelos portões! Preparai um caminho para o meu povo. Construí, construí a estrada, removei as pedras. Erguei uma bandeira para as nações!
Em verdade, Yahweh faz ouvir a sua voz até os confins da terra: “Dizei à Filha, cidade de Sião: Eis que o teu Salvador está chegando, eis com ele a sua recompensa e o seu galardão está seguro em sua mão.
Eles serão chamados “Povo Santo”, “Redimidos de Yahweh”; e tu serás chamada “Querida”, “Cidade Não Desprezada”! (Isaías 62:1-12 KJA)
(A propósito, cristãos, isso ainda não aconteceu. E Deus não trai suas promessas.)
Traduzido por Julio Severo do artigo de WND: To those Israel-rejecting Christians…

Entebbe: A solitária e surpreendente luta de Israel contra o terrorismo

Julio Severo
Acabei de ler o livro “Entebbe: A Defining Moment in the War on Terrorism” (Entebbe: Momento Decisivo na Guerra contra o Terrorismo), escrito por Iddo Netanyahu, irmão do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu. O livro, que é fascinante, me foi recomendado por WorldNetDaily.
Fiquei tão empolgado com a leitura que seria injusto não compartilhar com os leitores as proezas da “Operação Entebbe”, nome pelo qual ficou conhecida uma espetacular operação militar, realizada pelas Forças de Defesa de Israel, em julho de 1976.

Compartilharei, pois, essa leitura, a partir de material da Wikipédia, mas com os filtros necessários do livro que li, onde o autor entrevistou os soldados e reféns.
A “Operação Entebbe” tinha como alvo libertar mais de 100 judeus, sequestrados por palestinos islâmicos e alemães comunistas durante um voo comercial. O avião fora desviado para o aeroporto de Entebbe, situado nos arredores de Kampala, capital de Uganda (África), na época sob o governo de Idi Amin Dada, um ditador marxista apoiador do terrorismo islâmico contra Israel, além de adepto do canibalismo e bruxaria africana. Ele era defensor de Adolf Hitler e favorável à extinção do Estado de Israel.
A operação foi originariamente denominada de “Operação Thunderbolt”. Depois, foi rebatizada como “Operação Yonatan”, em homenagem ao comandante da força-tarefa, o tenente-coronel Yonatan Netanyahu (irmão do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu), único militar israelense morto durante a ação.
Primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, irmão do comandante morto na “Operação Entebbe”
Entretanto, ficou mundial e popularmente conhecida como “Operação Entebbe” e já foi tema de inúmeros livros, documentários e filmes, inclusive inspirando o filme de ação militar Comando Delta (The Delta Force), com Chuck Norris.
É considerada por muitos especialistas como a missão de resgate mais complexa e perfeita de todos os tempos, inspirando as forças armadas dos Estados Unidos a criar equipes de resgate altamente treinadas de acordo com o modelo do resgate de Entebbe. Uma notável tentativa americana de imitar os israelenses foi a Operação Garra de Águia, um resgate fracassado de 53 funcionários da Embaixada dos EUA mantidos como reféns em Teerã durante a crise provocada quando radicais islâmicos tomaram o governo do Irã e a Embaixada dos EUA.
O drama dos reféns judeus começou no dia 27 de junho de 1976, com o sequestro de um Airbus A300 da Air France, que fazia a rota Tel Aviv-Paris, com escala em Atenas (Grécia), e 258 pessoas a bordo.
Oito minutos após a decolagem de Atenas, terroristas palestinos islâmicos e alemães comunistas assumem o controle do avião, que em seguida voa para a Líbia, onde os terroristas palestinos têm uma base. O próprio ditador islâmico da Líbia, Muamar Kadafi, dá apoio aos sequestradores.
Em seguida, o avião parte para Uganda, aterrissando no aeroporto de Entebbe. Ali, os terroristas separam os passageiros, libertando todos os que não eram judeus e israelenses. Restaram pouco mais de 100 passageiros, entre eles dois estudantes brasileiros de sangue judeu.
Os terroristas revelaram que se Israel não libertasse terroristas palestinos em prisões israelenses, os passageiros seriam mortos. A data final era 4 de julho.
O governo de Israel estava na dúvida se negociava ou agia. No fim, a decisão foi pela ação. No Aeroporto Internacional Ben Gurion, quatro aviões Hércules C-130 de transporte começaram a levantar voo a partir das 13h20 do dia 3 de julho, em voo baixo e por regiões distantes a fim de evitar radares russos e árabes.
Devido ao forte calor na baixa altitude, a maioria dos militares israelenses passa mal e vomita. Depois de se distanciar dos radares russos, os aviões partem para altitudes mais elevadas.
Sete horas depois da decolagem, os aviões carregados de militares israelenses aproximavam-se de Entebbe, quase à meia-noite.
Um dos aviões Hercules utilizados no resgate
Após a aterrisagem, do primeiro C-130 Hercules descem a rampa para pista escura um Mercedes e dois Land Rover, transportando 35 militares israelenses, que iriam tomar de assalto o velho terminal, onde estavam os sequestradores e reféns. Para poder chegar ao terminal sem levantar suspeitas, os israelenses que iam no Mercedes estavam vestidos com uniformes ugandenses.
A 100m do terminal duas sentinelas, com metralhadoras apontadas, ordenaram que o Mercedes parasse, mas foram rapidamente eliminadas.
Os militares de Israel seguiram em frente até uns 50m do edifício. A partir daí, foram a pé, conseguindo chegar ao local de surpresa, impedindo assim que os terroristas explodissem todos os reféns, que estavam deitados no salão principal. Quatro terroristas estavam montando guarda. Apanhados de surpresa, foram mortos imediatamente, e o grupo de assalto 2 subiu pelas escadas.
Vários soldados ugandenses também foram mortos. As ordens eram para tratar os ugandenses como inimigo armado, se abrissem fogo; se fugissem ou abaixassem as armas, seriam poupados. Mas para os terroristas islâmicos e comunistas, a ordem era eliminar por completo.
As tropas que realizaram a ação estavam divididas em cinco grupos de assalto:
* Grupo de Assalto 1: se encarregou da segurança da pista do aeroporto de Entebbe e dos aviões (era formado por 33 médicos que também eram soldados);
* Grupo de Assalto 2: tomou o edifício do antigo terminal e libertou os reféns;
* Grupo de Assalto 3: tomou o edifício do novo terminal;
* Grupo de Assalto 4: impediu a ação das unidades blindadas de Idi Amin (estacionadas em Kampala, a 37 km de distância) e destruiu os aviões de combate ugandenses MiG 17 e MiG 21 estacionados no aeroporto, para impedir uma possível perseguição aérea. Esse grupo também ficou de vigilância na estrada de acesso ao aeroporto, pois sabia-se que o Exército ugandense tinha tanques soviéticos e carros blindados tchecos para transporte de tropas estacionados na capital.
* Grupo de Assalto 5: evacuou os reféns, conduzindo-os para o avião Hercules que estava à espera.
A ação toda levou aproximadamente uma hora e meia.
Filme “Victory at Entebbe” (1976): com Anthony Hopkins, Burt Lancaster, Elizabeth Taylor e Richard Dreyfuss
Do lado israelense os mortos foram quatro: Yoni, que era o comandante e irmão do atual primeiro-ministro de Israel, e três reféns — dois morreram no fogo cruzado com os terroristas e uma senhora de idade, Dora Bloch, que havia sido transferida para um hospital de Uganda e que posteriormente foi assassinada por ordem de Idi Amin. Dos 13 terroristas envolvidos no sequestro, os oito que estavam no aeroporto foram mortos. Os outros estavam fora do aeroporto. Morreram ainda 35 ugandenses na operação. Além disso, um número incerto de soldados ugandenses e autoridades civis do aeroporto foram, posteriormente, executados por ordem de Idi Amin por não terem feito tudo o que puderam para deter os israelenses.
Comandante Yonatan (Yoni) Netanyahu, irmão do atual primeiro-ministro de Israel, único militar israelense morto na espetacular operação
No dia 4, data marcada pelos terroristas para matar os reféns judeus, um C-130 Hercules aterrissa no Aeroporto Internacional Ben Gurion, em Israel. De suas portas traseiras, 102 pessoas — homens, mulheres e crianças — correm em segurança para se reunir com seus familiares e amigos.
Filme sobre ação de Israel em Entebbe, com Charles Bronson
Com a “Operação Entebbe”, Israel deixa para o mundo uma grande inspiração de resgate de inocentes e luta contra terroristas armados — uma luta que Hollywood mostra bem nas telas e na fantasia, como no filme Comando Delta, mas que Israel mostra bem na vida real.
Com informações de “Entebbe: A Defining Moment in the War on Terrorism” e Wikipédia.

Estaria o Holocausto prestes a se repetir?


Eventos atuais parecem se assemelhar à terrível era da Alemanha nazista

Bob Unruh
Livros de história relatam como 6 milhões de judeus, ou mais, morreram sob a Solução Final de Hitler; mas isso foi em outra geração, e nada desse tipo poderia acontecer hoje em dia, muitos acreditam.
Afinal, as atrocidades foram bem documentadas, depois que o general Dwight Eisenhower, que depois seria presidente dos Estados Unidos, ordenou um extenso registro em vídeos e fotos dos horrores descobertos por tropas americanas que libertaram os campos de concentração na Alemanha.
Eisenhower explicava suas instruções à medida que as câmeras da mídia e dos militares gravavam as cenas, dizendo: “Fiz a visita deliberadamente; assim tenho provas, em primeira-mão, sobre tudo isso, na eventualidade de que porventura no futuro surja a ideia de atribuir tais alegações a ‘mera propaganda’”.
Mas, de acordo com o jornal Washington Post, torcedores do Reino Unido ainda hoje podem comprar cachecóis e adesivos onde se lê: “Proibido judeus”.
E um poeta alemão ganhador de um Prêmio Nobel recentemente culpou Israel em público de ameaçar uma “paz mundial que já é frágil”.
Na França, o recente massacre de um homem armado visava judeus, e em Rutger, Nova Jersey, a edição de “1º de abril” de um editorial “exaltava Adolf Hitler”.
Isso fornece a base para o DVD chamado “The Forgotten People” (O Povo Esquecido), cujo trailer está aqui: http://www.youtube.com/watch?v=wuamyUWkBXI


Isso explica em detalhes o motivo de haver um Dia Internacional do Holocausto, para ser observado como o dia em que Israel se lembra dos cerca de 6 milhões de judeus que pereceram no holocausto.
O DVD relata como foi feita a descoberta dos campos da morte na Alemanha, quando um dos subcampos do famoso campo de Buchenwald foi capturado pelas forças aliadas.
Dos 250.000 judeus prisioneiros mantidos lá, apenas 4.000 ainda estavam vivos, explica o DVD. Ainda hoje, “apesar de montanhas de provas”, os negadores do holocausto crescem em uma nova onda de antissemitismo em escala mundial, explica o DVD.
O projeto, de autoria da organização Proclaiming Justice to the Nations, explica que os cristãos, em sua grande maioria, se mantiveram em silêncio à medida que o holocausto era revelado.
E a produtora Lauria Cardoza-Moore documenta o crescimento do ódio aos judeus, e o mais preocupante, “os paralelos entre o nazismo e o islamismo radical, e por que os cristãos precisam tomar o lado da justiça e defender as pessoas e a nação de Israel”.
No vídeo, o especialista em terrorismo Walid Shoebat afirma que o holocausto “nunca realmente terminou”.
Brad Young, professor de pós-graduação em teologia, afirma: “Escolas, educadores e professores cristãos precisam lidar com o problema do antissemitismo cristão”.
James Woolsey, ex-diretor da CIA, fala sobre os inimigos de Israel: “A solução deles, quando falam em ocupar a Palestina, está se referindo a Tel Aviv. Eles querem destruir o estado judeu”.
O DVD alerta que apesar de toda a documentação, hoje em dia o número de negadores do holocausto (os que dizem que ele nunca aconteceu) está crescendo “como uma onda mundial de antissemitismo que atinge níveis não vistos desde a ascensão da Alemanha nazista”.
Cardoza-Moore documenta o crescimento do ódio aos judeus, e o mais preocupante, “os paralelos entre o nazismo e o islamismo radical, e por que os cristãos precisam tomar o lado da justiça e defender as pessoas e a nação de Israel”.
O dia em memória do holocausto foi inaugurado em 1950 pelo primeiro-ministro de Israel David Ben-Gurion e pelo presidente Yatzhak Ben-Zvi. O dia é celebrado em dias variados durante a primavera. Muitas comunidades acendem velas e recitam o kadish, a oração dos mortos.
Pelo mundo, os cultos envolvem eventos nas sinagogas e grupos de vigílias. Muitos programas exibem entrevistas com sobreviventes do holocausto ou com descendentes diretos. Além disso, milhares de judeus e não-judeus pelo mundo se reúnem em Auschwitz para o que se tornou conhecida como “A Marcha dos Vivos”.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “Is the Holocaust about to happen again?”
Quem precisa de Israel?, artigo de Pat Boone